No espelho dos teus olhos me vejo inteira, em cada movimento teu, um universo que me desaba e me refaz. Teu beijo não chega, ele acontece como a luz que não pede licença para incendiar a manhã. Meu coração dispara antes mesmo do toque, no intervalo entre tua mão e a minha — onde o mundo suspende sua pressa v…
sábado, 13 de fevereiro de 2016
E QUANDO O DESEJ0 ARDE
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
O AMOR ME ENRIQUECE
AMOR é a chama que aquece o coração, No toque suave, o mundo desaparece; Nos teus olhos, vejo a imensidão, E em teus braços, o AMOR me enriquece. Cléia Fialho O Experimental Corrente Poética é uma criação d a Poetisa Zemary
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
A GENTE VIRA CANÇÃO
Em teus olhos, o céu não tem fundo, e eu caio sem medo, um afogamento doce, onde o coração aprende a respirar de outro jeito. Teu olhar acende o mundo, depois apaga — e o que sobra é só claridade, a tua pele dizendo o que a boca ainda não sabe. Tua presença me desaba e me ergue, abrigo que não fecha portas, …
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
NO LIMITE DO MEU PRAZER
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
O AMOR DESPERTA TUDO
Teus lábios se abrem como pétalas,
não há promessa, apenas presença.
O toque das mãos é desejo suspenso,
um instante que se consome em fogo. A voz se espalha no silêncio,
como brisa que escreve ternura no ar. O corpo se torna relevo,
poema gravado na pele da noite. O tempo se curva ao encontro,
o mun…
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
PAIXÃO É FOGO
PAIXÃO é o fogo que em nós se acende, No toque, no olhar, tudo se ilumina; Em cada suspiro, o amor surpreende, E em teu abraço, a PAIXÃO me domina. Cléia Fialho O Experimental Corrente Poética é uma criação d a Poetisa Zemary
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domingo, 7 de fevereiro de 2016
REALIDADE DE UM SONHO
No turbilhão do prazer, versos desprendem-se do ritmo, dançando sem amarras no ar. Um frenesi que não se contém, explosão de sentidos que se partem e se multiplicam. Palavras se entrelaçam, desenhando o fogo da paixão com a nudez de quem não esconde o ardor. Tudo é movimento, tudo é entrega, nada precisa de t…
sábado, 6 de fevereiro de 2016
O QUE TOCA E O QUE É TOCADO
As mãos percorrem o mapa do outro, explorando curvas, relevos, escrevendo uma prosa sem métrica, quase confusa, de tão sincera. Lábios se encontram em um ritmo faminto, devolvendo o que foi guardado em segredos sussurrados, aqueles que só a intimidade reconhece. Os sentidos despertam no jogo de roçar e morde…
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
CARNE E AR — SOPRO E PELE
No leito calmo do rio, a lua derrama seu corpo líquido. Dois amantes se movem devagar, desenhando sombras que se confundem até serem uma só coisa — carne e ar — sopro e pele. Os olhos se rasgam em faísca úmida, as mãos descobrem territórios quentes onde o silêncio arde. Não há mundo. Há apenas esse círculo …
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
UM FIO DE BRASA
Na penumbra quente do fim de tarde, nossos corpos se encontram, não como letras, mas como gestos que ainda não aprenderam a dizer. O abraço não é um poema, é um fio de brasa, uma faísca que cresce devagar entre os vazios que a roupa deixa. As mãos deslizam, não para descobrir, mas para lembrar, como quem recon…
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
ENTREGA ABSOLUTA AOS SENTIDOS
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
VEJO O BRILHO NOS TEUS OLHOS
A meia-luz desenha contornos no quarto, onde a pele encontra a pele em um diálogo que dispensa a voz. Teus lábios encontram os meus como um caminho que se reconhece, e o desejo se expande, ignora o relógio, decide que o agora é o único tempo possível. Vejo o brilho nos teus olhos, um fogo que se traduz no t…
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
DENSO E QUENTE
Nossos desejos se entrelaçam sem esforço, uma coreografia de pele contra pele onde olhares intensos funcionam como prelúdio. O calor subindo pelas coxas, o encontro dos corpos em uma entrega que não pede licença, apenas acontece. Toques que percorrem a extensão de quem somos, suspiros cortando a penumbra do…
domingo, 31 de janeiro de 2016
O ÊXTASE ESCORRE DE TI
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sábado, 30 de janeiro de 2016
DESENHANDO CONTORNOS
Teu olhar é um incêndio que reconheço na penumbra, um chamado silencioso que a pele traduz antes mesmo de qualquer toque. Tua mão percorre o que é meu, mapa de arrepios que se acendem, desenhando contornos sob a luz da lua que nos espia e guarda nossos segredos. Teus lábios buscam os meus, uma fome que se s…