O trânsito caótico, um emaranhado de caminhos
Nas ruas da cidade, destinos diversos e sozinhos
Mas na correria e no caos, um laço se forma devagar
Cada dia é uma página, com linhas de alegria e dor
No livro do cotidiano, escrevemos como próprio autor
Poemas de momentos simples, tesouros escondidos no viver
Na rotina diária, encontramos razões para agradecer.
Ao anoitecer, o céu se pinta com tintas de cores
A lua e as estrelas surgem, guardiãs de novos amores
Famílias se reúnem, histórias do dia compartilhar
No cotidiano enraizado, a vida continua a se moldar.
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Cléia Fialho

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Una poesía especial no solo por la métrica de los versos, ya que no recuerdo versos tan largos. En ella nos narras bellamente como es la vida.
ResponderExcluirSaludos.