O gozo é explosão de estrelas,
um universo que se abre em carne,
galáxias que se expandem em gemidos,
planetas que giram em vertigem.
Cada toque é Big Bang,
cada beijo, constelação nascente,
e o corpo se torna cosmos,
onde o prazer é gravidade absoluta.
No orgasmo cósmico,
não há tempo, não há espaço,
apenas eternidade em combustão,
um universo que renasce em nós.
Somos astros em febre,
somos constelações em delírio,
somos o infinito que se consome
na vertigem do prazer selvagem.

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