Lubricidade escorre como mel proibido,
sensualidade que lambe a pele em febre,
voluptuosidade de curvas que se oferecem nuas,
dedos mergulham no rio quente da entrega.
Libertinagem irrompe em gemidos sem freio,
sagacidade que guia a língua no vale úmido,
profundezas profanadas por toques vorazes,
coxas tremem, abrem-se ao assalto faminto.
Sensualidade pulsa em veias inchadas,
voluptuosidade que arqueia as costas no êxtase,
lubricidade banha os sexos em fricção selvagem,
libertinagem devora o pudor em mordidas.
Sagacidade traça caminhos de prazer insano,
profana a inocência com sêmen e suor,
corpos colapsam em ondas de gozo eterno,
um banquete erótico, sem fim ou remorso.
