Em teu corpo me coloco, rendida,
e ao teu manjar me abandono sem medida.
E então compreendo, em doce maré,
que tu és a água que move o que eu sou —
até o que eu não sei que é.
e ao teu manjar me abandono sem medida.
E então compreendo, em doce maré,
que tu és a água que move o que eu sou —
até o que eu não sei que é.
E sigo ali, na entrega silenciosa,
como quem se dissolve em bruma amorosa.
Teu nome me corre por dentro, lento,
feito rio que não conhece o seu próprio leito.
como quem se dissolve em bruma amorosa.
Teu nome me corre por dentro, lento,
feito rio que não conhece o seu próprio leito.
E quando me tocas — mesmo em pensamento —
sou cheia e vazia no mesmo momento.
Pois em ti me perco e me reencontro inteira,
maré que não sabe de outra fronteira.
sou cheia e vazia no mesmo momento.
Pois em ti me perco e me reencontro inteira,
maré que não sabe de outra fronteira.
Se tu és água, sou margem e cais,
sou o antes, o agora, e o que vem mais.
E nesse vai e vem do nosso sentir,
aprendo contigo o verbo de existir.
sou o antes, o agora, e o que vem mais.
E nesse vai e vem do nosso sentir,
aprendo contigo o verbo de existir.
❦
Cléia Fialho


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Aprendes de mí
ResponderExcluira sentir el placer más dulces,
a desearme deslizándome en tu interior
y poseyéndote sin resistencia.
Soy el dulce afluente
que se derrama en ti.
Beijinhos doces.
je viens avec un beau soleil te souhaiter
ResponderExcluirune bonne journée
Il va faire très très chaud Aujourd'hui bisous
Me gusto leer este nuevo poema cargado de sensibilidad y belleza.
ResponderExcluirSaludos.
Sensual poema. Me gusto mucho. Te mando un beso.
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