Cada vez que te puxo para mim, é um juramento que selo,
cada suspiro teu escapa e leva meu nome pelo ar,
eu me derramo em ti, me entrego inteira,
e sinto teus braços me prenderem, quase sem respirar.
cada suspiro teu escapa e leva meu nome pelo ar,
eu me derramo em ti, me entrego inteira,
e sinto teus braços me prenderem, quase sem respirar.
Minha pele aquece, cola na tua, queima,
minha mão percorre teu corpo, deixando em ti o meu desejo,
o ar me falta, o chão desaparece,
e só existimos nós dois, o calor, o suor, o tremor do teu corpo.
Teu calor sobe e me envolve inteira,
meu corpo te enlaça como um abraço vivo,
teu hálito quente em minha nuca me enlouquece,
eu sou brasa e sou abrigo onde te perdes comigo.
Cada vez mais entregue, mais perto do meu grito,
cada vez mais intensa, mais profunda, mais tua e mais minha,
até o tempo se quebrar,
até meu nome se perder no teu,
e restar somente o pulsar
— surdo, quente, eterno —
de nós dois, perdidos um no outro.

2 comentários:
Un magnifico poema en donde cantas de una forma magistral el mejor de los regalos "La Vida".
Saludos.
La vita è una vera e propria avventura, che va cavalcata in tutti i suoi momenti, cercando di reagire sempre al meglio.
Buon pomeriggio poetessa
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