Teu pau mole ainda treme
no fundo quente da minha boceta
os lábios inchados apertam
a carne macia e grossa que ainda lateja
A porra dos nossos orgasmos
escorre misturada entre as coxas
minha tigela molhada segura
o pilão que acabou de me abrir
Eu aperto por dentro
sinto ele se mexer de novo
tu mordes meus mamilos duros
e o sangue sobe forte
Ele cresce outra vez
duro, quente, insistente
como fênix saindo das cinzas
pronto pra me foder de novo
até eu gritar e gozar outra vez
com ele enterrado até o fundo.

4 comentários:
Cerchiamo di pensare che la natura è una parte di noi, curandola e riservandole attenzioni speciali per il suo benessere.
Buona serata poetessa
Querida Cléia, en mi regreso al mundo bloguero me encuentro con un poema muy esperanzador que nos invita a cuidar esta maravilla natural que nuestro planeta nos regala. Ojalá este llamado tuyo, invitación que debemos atender, movilice a la acción a todos aquellos que aún siguen sin darse cuenta del peligro que corre la naturaleza y por lo tanto la humanidad. Descuidar esto traerá consecuencias lamentables.
Tu oda a la naturaleza está muy bien construída desde lo poético, pero por sobre todo está cargada de belleza estética.
Un abrazo.
You wrote that very nicely and got to the point. Nature needs to be better protected and animals should be treated with respect.
Kisses <3
Ojala supiéramos comprender la naturaleza como lo haces en tus bellos versos. Ya que si la comprenderíamos la cuidaríamos mejor y no se nos enfadaría como hace en ocasiones.
Saludos.
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