Se houvesse um jeito de parar o tempo,
como se o agora não tivesse pressa de existir,
eu te diria que só resta este instante
— minhas mãos desenhando teu corpo.
O ar se adensa em perfumes sutis,
um misto de desejo e silêncio ardente,
enquanto nossos corpos se aproximam
num encontro que dispensa explicações.
E nos movemos como se o mundo sumisse,
num compasso que lembra ondas em brasa,
teus gestos conduzindo os meus sentidos
até o limite doce do arrepio.
Provo a linguagem quente da tua pele,
o brilho leve do suor que te revela,
e tudo em nós vira mar em combustão
numa dança que não conhece retorno.
Aqui, entre o encanto e o descontrole,
me perco na curva do teu magnetismo,
como se céu e abismo se tocassem
no segredo profundo desse abraço.

Um comentário:
Olá, amiga Cléia.
Lindo e apaixonado poema. Gostei bastante.
Votos de uma excelente semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Postar um comentário
❦ OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA
❦ É SEMPRE MUITO BOM TER VOCÊ AQUI
❦ COMENTE! EU SUPER AMO!
❦ VOLTE SEMPRE!
AFAGOS POÉTICOS EM SEU 💗
💋 DA 🐾