Versos ardentes que incendeiam a pele,
carícias sutis, segredos revelados,
embalados pela luxúria, corpos entrelaçados.
despertando desejos, num jogo de mel,
em cada estrofe, a entrega se consola.
E a noite, cúmplice, se inclina em silêncio,
guardando o calor que entre nós se instala.
Teus gestos desfazem a distância,
e cada toque acende uma nova febre.
Há um murmúrio vivo no espaço entre os corpos,
uma fome doce, persistente, sem nome.
Tudo em ti parece chamar meu instinto,
tudo em mim responde com urgência e brasa.
Assim seguimos, sem pressa, sem defesa,
deixando que o desejo escreva seu caminho,
até que a pele se torne linguagem
e o instante inteiro vire chama.
❦
Cléia Fialho


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