Teu corpo é cama onde meu sonho deita,
e a curva do teu quadril, mapa proibido.
Deslizo os dedos, lento e dividido,
entre o que sinto e o que a pele aceita.
e o suor que te escorre é mel e sal.
Teu sexo é um abismo vertical,
onde minha boca seduzida se atiça.
Teu movimento é fogo que não queima,
mas rasga o ar com fome de carícia.
Meu seio, em teu gemido, se redime.
E quando a noite enfim nos desaconchega,
resta o teu cheiro — vício — delícia —
gravado em mim, na carne que se entrega.
❦
Cléia Fialho


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