O corpo é metáfora,
a pele, pergaminho de segredos.
Cada palavra desliza como dedos,
cada pausa é suspiro contido.
ele sussurra em versos,
se insinua em metáforas,
se revela no ardor das imagens.
A poesia é carícia,
é labareda que não queima,
mas aquece, envolve,
e deixa marcas invisíveis.
❦
Cléia Fialho
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