Despenco sobre a Tua pele...
num cio profundo,
consentido,
maldito,
mas inteiramente nosso!
Afundo em Ti num delírio febril —
bebe-me...
e sela-me sob a Tua carne,
marca ferro e brasa da Tua essência!
E eu me aproprio,
do Teu corpo rendido...
desenho o branco dos Teus ais,
no ritmo bruto,
dos tremores que em frenesi,
clamam por estalar no gozo mais cru!!
Fazes-me em brasa.
