No Rio de Janeiro, onde o sol se deita no mar Eis que surge um nobre poeta a versificar.
Com a caneta na mão e o olhar inspirado Ele tece rimas, como um artista encantado. Pelos morros cariocas, seu coração a pulsar O poeta da cidade, a sonhar e a amar.
Entre o samba e a bossa nova a ecoar Ele encontra sua melodia, a lhe inspirar. No balanço das palmeiras e no calor tropical O ilustre poeta do Rio, com poema magistral.
Em cada esquina, em cada calçada a deslizar Ele desenha poesia, a sua forma de brilhar. Sob o Cristo Redentor, numa benção divinal O poeta carioca, com seu jeito original.
Descreve su'alma, a sua inspiração Numa ode à vida, numa doce canção. Nas praias de Copacabana e Ipanema a beijar O insigne poeta do Rio, a declamar.
Versos que contam histórias, que aliciam Como as ondas no mar, que acariciam. E o ínclito poeta carioca, exímio e sonhador Eleva sua poesia, com todo fervor.
No Rio de Janeiro, ele é o trovador Guardião das palavras, arqueiro do amor.
Para um amigo querido
Cléia Fialho
Respeitosamente dedico ao querido amigo e ilustrePOETA OLAVO.
P- Pele a pele, num enlace perfeito A- Ardentes carícias, um desejo estreito I- Intensidade que nos envolve e consome X- Xaveco gostoso, a paixão feito fome