TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





sexta-feira, 1 de julho de 2022

NO CALOR DA NOITE



Nossos corpos dançam no calor da noite
Sussurros e toques, um jogo a brincar
Chamas ardentes que não podem se apagar
Cada movimento é uma promessa a açoite.

A pele arrepia, no desejo a se entrelaçar
Segredos compartilhados no olhar

Nesta dança íntima, não há como recuar
O tempo parece parar, tudo é afoite
A paixão nos consome, sem limites a guiar
Nesse momento, somos um só a vibrar.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 29 de junho de 2022

O ENCANTO DOS SENTIDO



Na penumbra dos desejos,
onde os sussurros se fazem canção,
nossos corpos dançam em um compasso
de pura sedução.

Toques suaves como brisa,
despertando a pele em chamas,
olhares que falam mais que palavras,
um convite ao desconhecido que se ama.

E no silêncio que sobra entre o gemido,
o universo cabe no vão da cama,
teu nome escapa em sopro perdido,
e meu corpo te decifra em chama.

Somos vertigem, abismo e expansão,
dois corpos que o infinito fez seu lar,
te perder em mim é minha direção,
e te encontrar é nunca mais voltar.




  Cléia Fialho

terça-feira, 28 de junho de 2022

CORAÇÕES EM CHAMAS



No silêncio 
da noite a brilhar
O desejo 
se acende a pulsar
Corações em chamas 
a se encontrar
Nesse fogo ardente 
a nos abraçar.

No silêncio
da noite a sonhar
Teu perfume no ar
vem me embriagar
Entre suspiros
e estrelas no céu
Nos perdemos suaves
num doce véu.

Tuas mãos desenham
versos sobre a pele
Como brisa morna
que encanta e revele
O amor em segredo
num toque sutil
Feito chama serena
ardendo febril.

E a lua prateada
testemunha a paixão
Dois corpos em versos
na mesma canção
Enquanto a madrugada
desfaz seu luar
Fica o eco do amor
a nos eternizar.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 27 de junho de 2022

VEJA A BELEZA DESSAS MULHERES





Veja a beleza dessas mulheres
Sob o céu da pampa aberto sem fim
Como flores que encantam misteres
Com seus lindos olhos que reluzem assim.
 

domingo, 26 de junho de 2022

sábado, 25 de junho de 2022

HOMENAGEM ÀS ESTRELAS





Nas almas poéticas, não há madrugada
Quimeras em cada estrofe entrelaçada.
Em versos e rimas, nossa história é contada
Nas asas da escrita, nossa eterna jornada.