O silêncio viaja entre as luzes antigas
desenhando caminhos no tecido do escuro
onde o tempo esquece de contar as horas.
tecendo mantos de poeira e claridade
sob o olhar atento de estrelas ancestrais.
Somos faíscas perdidas na imensidão
ecoando o pulsar de um cosmos infinito
que respira em cada átomo do peito.
O horizonte não tem fim nem bordas
apenas o brilho constante do mistério
que guarda o segredo de toda a existência.
❦
Cléia Fialho


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