Ajoelhei-me, rendida ao teu poder.
Teu zíper descia, revelando o tesouro proibido.
Com a boca, acolhi-te, absorvendo tua essência.
Cada movimento uma explosão de prazer um convite ao pecado.
Senti-te crescer, pulsar, meu desejo aumentando.
Minhas mãos, alheias, percorriam tua pele,
encontrando lugares secretos.
Cada toque era um passo mais perto do abismo,
onde só o prazer nos guiava.
Tua respiração acelerou, sinal do que estava por,
um clímax que prometia ser avassalador.
Os olhos fechados,
mergulhei ainda mais nessa dança de pecados.
Tua mão em meu cabelo,
guiando o ritmo, o controle perfeito.
O sabor intenso, a textura excitante,
cada detalhe me levava mais fundo.
Senti-te tremer, sinal do que estava por,
um momento pura entrega.
Quando enfim chegaste ao clímax,
foi como um explosão, ondas de prazer que nos encharcaram.
Ajoelhei-me, dominada, mas satisfeita,
tendo vivido um momento de pura intimidade.
Cada segundo, cada toque, cada respiração.

2 comentários:
Muito belo o teu poema querida. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperanças nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Perdoar, é reencontrar o júbilo carinhoso de uma carícia, onde haverá sempre um colo doce, carente de beijos no incerto amanhã do amor!...
ABRAÇOS
Como nos dices de forma tan bella el perdón es lo mejor que se puede hacer en nuestra vida.
Saludos.
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