TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

domingo, 4 de dezembro de 2016

QUERO TE POSSUIR



A alma por demais histérica
O corpo padece em sofrer
 Razão ilusória e quimérica
 Encontra no peito acolher.

 O gosto da delicadeza
 Dos beijos suaves e ternos
 Do rosto a alva beleza
 De olhar nostálgico eterno.

 E se o amor não consumir
 Chicotetando adverso convir
 Pudera ser castigo de fato.

 Desabitando cruel abstrato
Para abrandar o tormento
Quero te possuir no momento.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta Ryk@rdo

A natureza não tem rival
Tem tudo o que se quer
Tem flores, beleza natural
E uma Rainha: A Mulher.

 GRATIDÃO

sábado, 3 de dezembro de 2016

CASCATA D'ÁGUA CRISTALINA



Cascata que tem água cristalina
És um cortês convite à minh'alma
Um chamado à paixão que me fascina
Traz bucólica sustância à minha calma.
 
Tuas águas são tão límpidas e serenas
Que refletem o encanto da natureza
E as tuas têmperas tão suaves e amenas
Sobrelevam a mais adocicada beleza.
 
És como um paraíso escondido
Que só os amantes podem encontrar
E que só os corações pretendidos
Sentem a sua sútil vibração no ar.
 
E assim, na tua cascata cristalina
Entrego-me ao amor com paixão
Mescla de forte mulher, frágil menina
Faz-me menear em intensa emoção.
 
Teu abraço qual cascata d'água cristalina
É como um poema que nasceu encantado
Ode, lírico que fala de amor e adrenalina
Que em meu amago ficou impregnado!




  Cléia Fialho

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O AMOR É SEMPRE A MAIOR JÓIA



O vento sopra forte lá fora
A chuva cai em gotas miúdas
E eu sinto dentro de mim agora
A alvura da paixão mais aguda.
 
As gotículas lavam minh'a alma
Regando o amor árduo e sua bonança
Fazendo a vida ficar bem mais calma
Germinando a paixão com sutil nuança.
 
A virgem alvorada traz novo dia
E com ela renova oportunidades
De amar com fragor de forma vadia
Encontrando o fluxo de felicidade.
 
A suave brisa expira a correnteza
Tal fluência vai repelindo minhas nóias
E que a aurora traga-me a certeza
De que o amor é sempre a maior jóia.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

QUANDO TE VEJO



Quando te vejo, a minh'alma sorri
 Parece-me um sonho encantado
 E mesmo que não estejas aqui
 O meu corpo vibra maravilhado.

 Tons refulgentes tal qual colibri
 Meu coração sente-se arrebatado

 Eu desconheço os seus segredos
 Porém encubro todos meus desejos
São melopeias líricas de arpejos
 Seu lindo olhar precioso como rubi.




  Cléia Fialho

terça-feira, 29 de novembro de 2016

EM TEU CORPO ENCONTRO A INSPIRAÇÃO



No jardim dos teus suspiros perfumados
Onde o desejo desperta a cada canto
Teus lábios são versos apaixonados
Carícias ecoam como doce encanto.
 
Tuas mãos desenham trilhas de fogo
Sobre a pele que anseia tua pegada
A cada toque nova poesia, é um jogo
No teu abraço encontro a jornada.
 
És metáfora viva dos meus anseios
Em teu corpo encontro a inspiração
Cada beijo é verso feito em devaneios
Afundando-me nessa doce tentação.
 
Teus olhos, estrelas, luz que me guia
No poema eterno que juntos escrevemos
Nossos suspiros rimam em melodia
Versejando, no momento nos perdemos.
 
Assim, emaranhados sem estremas
Duas almas ardentes na paixão se acham
Cada estrofe é gemido que nos extrema
Em nosso versar, prazer não se tacham.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

Um doce encantamento
que possui sua alma,
que domina seu corpo.
Doce tentação
das paixões perversas,
do prazer e do fogo.

 GRATIDÃO

    segunda-feira, 28 de novembro de 2016

    CATIVO AO INFINITO



    O amor é o singelo dialeto do coração
     Pois quando ele intercorre de repente
     Traz consigo deslumbre e fascinação
     Invadindo nossas almas brandamente.

     Na comparência da pessoa amada
     A pele arrepia, o corpo estremece
     Todo acarinhar é uma mélea cilada
     Lírica sinfonia que tanto entorpece.

     O amor é um fiel compromisso
     Onde o espírito livre e submisso
     Quer esvoaçar cativo ao infinito.

    Fazendo o enlace sempre bonito
     E mesmo em momento dificultoso
     O amor rege e supera impetuoso.




      Cléia Fialho

    domingo, 27 de novembro de 2016

    NO VAI E VEM FRENÉTICO



    No campo desfolhado de mil brejeiras
    Na pele nua, suspiros e anseios
    Nos corpos laçados, novas fagueiras
    Sem ti, somos fragmentos sem meios.
     
    Em êxtase, entregamo-nos ao desejo
    No vai e vem frenético, paixão desenfreada
    Trocamos olhares cheios de fogo e lampejo
    Sem ti, a chama queima em brasa apagada.
     
    És o sopro vital que me incendeia
    Na transa dos corpos, ritmo e fervor
    Sem ti, a vida é apenas como areia
    Sem graça, sem cor, e sem sabor.
     
    No campo enfolharado, buscamos prazer
    Mas é contigo que voltamos a ser inteiros
    Em teus braços, encontramos o amanhecer
    Sem ti, somos apenas seres passageiros.




      Cléia Fialho

    sábado, 26 de novembro de 2016

    O AMOR DÁ VIDA



    O amor é uma janela
    Vai somando as parcelas
    Da luxúria que aberta
    Que diariamente oferta

    Se doando sem cautela
    Feito uma arte em tela
    Com sentidos em alerta
    Onde as cores que enxerta
    Dão vida à chancela
    Onde a felicidade é certa.

    É jardim que se revela
    Entre sonhos e aquarelas
    Cada gesto nos desperta
    Toda emoção que liberta
    Como suave passarela
    Sob a luz de uma estrela
    A esperança sempre acerta
    Toda mágoa desconcerta
    E a alma, doce e singela,
    Faz da vida uma novela.

    Quando o afeto se atrela
    À ternura que desvela
    Toda sombra fica incerta
    E a alegria fica à porta
    Feito canto de janela
    Que ao amanhecer se atrela
    À manhã que se conserta
    Pela luz que nos acerta
    Pois o amor, quando se revela,
    Faz do coração sua cela. 





      Cléia Fialho

    sexta-feira, 25 de novembro de 2016

    LUXÚRIA E MAGIA



    O corpo pede o toque da tua mão
    Que desliza suave sobre a pele
    Na dança sensual de pura paixão
    Que faz meu ser fremir e tremer.
     
    Teus lábios macios a me beijar
    Numa entrega total ao prazer
    É como sentir o céu tocar
    Mil sensações a entorpecer.
     
    Tuas mãos firmes, mas delicadas
    Deslizam em mim com maestria
    Perfeita e envolvente sincrônia.
     
    E assim, num êxtase sem fim
    Entregamo-me à luxúria e magia
    Numa explosão de prazer, enfim.




      Cléia Fialho