TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





terça-feira, 21 de janeiro de 2025

O DESEJO EM CHAMAS SE FECUNDA



Submersa nesta água cristalina
Corpo em êxtase, mergulha profunda
Entre ondas suaves, o amor fascina
No leito límpido o prazer inunda
 
Teus braços me envolvem, me domina
E o desejo em chamas se fecunda
Dança dos amantes, cadência divina
Nossa língua serpenteia e circunda.
 
Água e fogo em sinfonia ardente
A pele úmida, tesão transparente
Escorrem gotas de prazer infindo.

Corpos se enlaçam num sussurro lindo 
Neste oceano, mergulhamos envoltos
Nas águas límpidas, os sentidos soltos.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

CADA SUSPIRO É UMA NOTA MUSICAL



Na penumbra do quarto, corpos entrelaçados se descobrem, em uma dança de prazer e desejo.
As mãos deslizam suavemente sobre a pele, explorando cada curva e arrepio.
Os lábios se encontram em beijos intensos, sussurrando segredos de paixão.

O aroma do desejo preenche o ar, enquanto gemidos abafados ecoam pelo ambiente.
Cada toque é uma chama que incendeia a pele, criando um frenesi de sensações indescritíveis.
Corações acelerados batem em uníssono, revelando a entrega total ao êxtase do momento.

Os corpos se movem em perfeita sintonia, guiados pelo ritmo da paixão.
Cada suspiro é uma nota musical que se funde ao som da respiração acelerada.
O prazer cresce e se intensifica, levando-os a um estado de êxtase inebriante.

Naquele instante mágico, o tempo parece parar.
O universo se concentra naquele encontro íntimo e ardente.
Eles se perdem um no outro, transcendo os limites da realidade e mergulhando em um oceano de prazer desenfreado.

E assim, na fusão dos corpos e das almas, eles experimentam o poder avassalador da sensualidade.
Uma sinfonia de sentidos que os leva ao clímax do prazer, deixando-os extasiados e saciados.

Na calmaria pós-tormenta, eles se abraçam, envoltos em ternura e gratidão.
Sabem que aquele momento foi único e especial, uma lembrança que sempre os acompanhará.
E nesse abraço apertado, eles se entregam ao sono, sonhando com o próximo encontro de corpos e almas apaixonadas.




  Cléia Fialho

sábado, 18 de janeiro de 2025

SEUS BRUTOS MINÉRIOS




Gosto de saber que sou sua perdição
 Que te levo ao extremo devaneio
 E te causo abundante tesão...

Prisioneiro em meus enleios
 Te conduzo além da imaginação
 À prazeres maiores que possas sonhar...

Em seu corpo me perco a explorar
 Seus mais brutos minérios
Te tirar totalmente do sério...

Descobrindo seus mistérios
 Numa desbravadora viagem
 Em todo sua zona e extensão...

 De modo tão selvagem
 Aflorando muito tesão
 Profano... insano... pagão!




  Cléia Fialho

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

PALCO DE SEDUÇÃO



Venha comigo fazer amor
 Eu te darei das minhas primícias
 Descubra que além do meu calor
 Existem muitas outras delícias.

 Inusitado é o meu sabor
 Insólitas são minhas perícias
 Há em minha pele suave ardor
 Nas minhas mãos doces carícias.

 Meu corpo é palco de sedução
 Despido de todo pudor
 É a melodia do meu tesão.

 Entoando lírico amor
 Me entrega o seu coração
Em troca te dou minha flor.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

DESEJOS LASCIVOS



Enlouqueço quando estou contigo
 Você mexe demais comigo
 Insanemete perdemos a cabeça.

 Não ligamos para o que aconteça
 Nossos corpos ardentes e cativos
 Com atrevimentos e ousadias.

 Desnudam-se aos desejos lascivos

 Satisfazendo nossas fantasias...




  Cléia Fialho

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

ENTRE ANJOS E LEGIÕES




Pisei o chão de muitos outonos,
com folhas secas a sussurrar lembranças.
Nos olhos, brilhos de sóis que já foram,
na pele, o mapa das esperas mansas.

Andei entre anjos e legiões.

Atravessei silêncios e alvoradas,
com passos firmes, sonhos nas mãos.
Carreguei esperanças enluaradas,
mesmo em dias vazios e vãos.

Andei entre anjos e legiões.

Fui rio em correnteza e calmaria,
fui vento brincando com o destino.
Toquei a dor, abracei a poesia,
plantei afetos no meu desatino.

Andei entre anjos e legiões.

Agora, caminho em passos mais lentos,
com alma repleta de cicatriz e luz.
E entre o cansaço e os sentimentos,
o nascer do dia me conduz.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

AMOR CONFESSO




E as ondas dessa maresia,
 Vem e vão... sem nada a dizer
 Minh'alma que só quer alforria
 Esperava o mar me responder.

 Por que o amor se perdeu?
 Parece ter encontrado o fim
 Por que não permaneceu,
 Outrora junto à mim?

 Lágrimas em ciclo de chuva
 O meu coração enviúva
 À espera do seu regresso.

 Furiosa maré coruscante
 Que me vem lacrimejante
 Banhar meu amor confesso.




  Cléia Fialho

domingo, 12 de janeiro de 2025

AH! ESSE HOMEM...



Ah! Esse homem tão cheio de devaneios
Que em sua mente cria mundos alheios
De sonhos e quimeras, e utopias e desejos
De paixões incontidas, ansiosas e manejos.
 
Ah! Esse homem que em suas luxúrias aflora
Por entre as estrelas e os mistérios da vida
Que busca as novas fuleiragens e as explora
E encontra lascívias e safadezas incontidas.
 
Ah! Esse homem tão livre em sua imaginação
Que transforma momentos em puras emoções
Que faz do seu corpo sua mais bela expressão
E encontra entre beijos só passageiras paixões.
 
Ah! Esse homem que em suas bolinagens se perde
Mas encontra em si mesmo tão vigoroso obstino
Que segue afoito, sem muito pensar e não mede
Que suas escolhas e aventuras selarão o destino.




  Cléia Fialho

Linda Interação do Amigo Poeta JCR

Sinto um prazer ardente por você, 
Aflora minhas vontades. 
Desejos se faz em mim, a quero inteira sem fim. 
És você tudo, quero você, me atiça, 
me enlouquece, um tesão que faz me deirar. 
A cada instante irei beija-la com caricia, 
te dominar com malicia possuir, 
Ser tu submisso,loucamente te amar, 
eu e você junto gozar.

 GRATIDÃO

sábado, 11 de janeiro de 2025

VOLÚPIA CARNAL



Sinto o fogo que arde em mim
 Aflorando minha volúpia carnal
 Desejos se intensificam sem fim
 Fazem perder o controle total
 
És tu meu objeto de malícia
 A paixão que me faz delirar
 Com cada beijo, cada carícia
 A volúpia me vem dominar.
 
Não há o que possa deter
 O suplício em te amar
 Martírio rendido ao prazer
 Só acresce o meu desejar.
 
Nossos corpos são um só
 Uma bela sinfônia a entoar
 Almas enlaçadas a nó
 Em deleites vem preamar. 




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

Preso pelo desejo de ser dominado,
submetido carnalmente
quando você se abre aos meus desejos
e me agrada com seu prazer transbordante.

 GRATIDÃO 

    sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

    MINHAS MARCAS EM VOCÊ



    Obscenidades semearei
     Em seu corpo deixarei
     Marcas da minha paixão
     Da cobiça e do tesão
     Me consomem por inteira.

     Vou perder as estibeiras
    E ficar em desalinho
    Grifar com batom cor de vinho
     Misturado com seu suor.

     E para ficar melhor
     Desenhar em tom vermelho
     Do peito... (afa!)... ao joelho
     Mordidas que te darei.

     Assinalar com minha boca
     Tatuar todos os desejos
     Que me põe assim tão louca
     Abocanhando-te em beijos.

     Demarcando cada trilha
     Vestígios que em rastro brilha
     Percurso do caminho molhado
     Em seu corpo sedento e suado

     Minha língua destila mel
     No passeio pelo seu encalço
     Vou levar-te além do céu
     Onde o seu ego eu alço.

     E assim ficará fixado
     Em cada sussurro selado
     No deleite do seu prazer
     Minhas marcas em você.




      Cléia Fialho

    Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

    Você será lentamente consumida
    pelas chamas da paixão,
    será obscena, será uma prostituta
    por obedecer ao meu comando.
    E entre seus gemidos
    meu nome fluirá
    e minha doçura será drenada 

     GRATIDÃO 

      quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

      NÉCTAR DO AMOR



      Meu corpo fêmeo exala
       Inebriante aroma sedutor
       Que em tua boca se cala
       O cremoso néctar do amor.

      O meu sexo se insinua
       Sedento e malicioso
       Que em minha pele nua
       Tu coma do fruto gostoso.

      Embrenhando meus mistérios
       Violando meus sentidos
       Teu beijo é qual deletério...

       Que lambendo o meu ouvido
       Ao corpo traz refrigério
       Transpassando cada gemido.




        Cléia Fialho