A DONA DA CAÇA
Ela levantou-se da cama devagar.
Os três homens ainda ofegavam, espalhados pelo colchão como animais saciados mas ainda desconfiados. O esperma escorria-lhe pela barriga, pelos seios, pelas coxas. O suor brilhava na sua pele como uma armadura líquida. Mas os olhos dela não estavam cansados. Estavam vivos. E famintos.
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