TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia






quarta-feira, 18 de novembro de 2020

CADA PASSO É UMA ESCOLHA




Na dança da vida, 
cada passo é uma escolha, 
e a melodia que seguimos é 
a sinfonia única de nossa jornada. 

terça-feira, 17 de novembro de 2020

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

domingo, 15 de novembro de 2020

PRATO PRINCIPAL




Quero apimentar tudo entre nós
 ser comida como prato principal
 degustada e saboreada.

 

sábado, 14 de novembro de 2020

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

O HERÓI E O TOLO





Às vezes, a bravura é apenas 
a imprudência vestida de coragem, 
e a linha que separa o herói do tolo 

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

AH! SAUDADES...



Ah! Saudades...
 quantos beijos molhados
 gostosos... trocados...

 Ah! Saudades...
 quantas carícias quentes
 uma melhor que a outra
 tomava conta da gente...

 Ah! Saudades...
 quantos êxtases provocamos
 um no corpo do outro
 e nos entregamos
 feito dois loucos...

 Ah! Saudades...
 quantos prazeres sentidos
 em fricções desmedidas
 entre sussurros e gemidos
 entre línguas e mordidas...

 Ah! Saudades...




  Cléia Fialho

Interação do amigo poeta  -J R-

 "Quanta saudade eu tenho
 das línguas e das mordidas
 ah que saudade eu tenho
 mas não se mede com medidas
 só se mede um no outro
 nas noites tão mal dormidas
 onde te dei tanto amor
 na cama sofá e no chão e até no corredor
 ah que saudade eu tenho
 dos nossos tempos de AMOR"

 GRATIDÃO 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

MAÇÃ PECAMINOSA




Com minha dança sensual
 quero sempre te fascinar
 seja aos raios do sol
 ou à brilhante luz do luar...

 

terça-feira, 10 de novembro de 2020

TREMORES DE TESÃO




Vou provocar-te arrepios pelo corpo
 atiçar sua curiosidade
 espreitar os seus medos
 causar-te calafrios
 

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

domingo, 8 de novembro de 2020

DESVELOS NA PENUMBRA



Na penumbra do quarto, teu corpo se revela,
Curvas que o luar beija com luz de prata rara.
Minha boca desce lenta, onde a pele anela,
E em cada contorno novo, a razão se desbara.

Teus seios erguem firmes, convidando meus lábios,
Que sugaram os bicos em doce tortura.
A língua desliza em trilhos inacabáveis,
Desenhando caminhos de pura arquitetura.

Mãos que exploram fossos, vales e colinas,
Dedos que mergulham na umidade profunda.
O gemido escapa, das entranhas divinas,
Enquanto a cama balança ao ritmo que funda.

Tuas pernas se abrem em arco de rendição,
Convidando a boca a saborear o altar.
Lábios que se encontram em sacra comunhão,
Língua que provoca, faz, desfaz, faz voltar.

O sabor salgado da tua excitação,
Inebria meus sentidos em embriaguez total.
Provoco, sustento, nego, dou em profusão,
Até o teu corpo todo estremecer mal.

E quando subo, rígido, em tua direção,
Penetro o teu abismo em cadência lenta.
Os olhos se cruzam em mútua exploração,
Enquanto a carne úmida me recebe contenta.

Movimentos que oscilam entre o feroz e o terno,
Quadril que embala, que bate, que funde.
A transpiração escorre em rio moderno,
Unindo nossos corpos em transe que inunde.

O ritmo se acelera, as batidas se intensificam,
As unhas cravam costas, os dentes mordem o ar.
Até que o prazer bruto, em ondas, se multiplica,
E juntos encontramos o pico a explodir, a pairar.

No espasmo final, em convulsão mútua,
Entregamos essência, suor, alma, vigor.
Colapsamos unidos em doce quietude,
E no silêncio denso, dormita o amor.




  Cléia Fialho

sábado, 7 de novembro de 2020

ALMAS ENTRE SÓIS




Na olência do luar, em seu abraço ardente
Penumbra dos desejos, os corpos compunham
Meus suspiros se rendem, paixão envolvente

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

PRONTOS PARA AMAR




Na pele o toque queima em sedução
Sussurros desenham desejos no ar
Em nós a chama cresce em tesão.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

GUIANDO OS CORAÇÕES




No mar azul profundo, onde os sonhos acalanta
Um golfinho saltitante, sua canção ecoa e encanta
Sua dança graciosa atrai olhos curiosos

terça-feira, 3 de novembro de 2020

EM CADA CONTORNO



Na penumbra do quarto, teu corpo se revela,
Curvas que o luar beija com luz de prata rara.
Minha boca desce lenta, onde a pele anela,
E em cada contorno novo, a razão se desbara.

Teus seios erguem firmes, convidando meus lábios,
Que sugaram os bicos em doce tortura.
A língua desliza em trilhos inacabáveis,
Desenhando caminhos de pura arquitetura.

Mãos que exploram fossos, vales e colinas,
Dedos que mergulham na umidade profunda.
O gemido escapa, das entranhas divinas,
Enquanto a cama balança ao ritmo que funda.

Tuas pernas se abrem em arco de rendição,
Convidando a boca a saborear o altar.
Lábios que se encontram em sacra comunhão,
Língua que provoca, faz, desfaz, faz voltar.

O sabor salgado da tua excitação,
Inebria meus sentidos em embriaguez total.
Provoco, sustento, nego, dou em profusão,
Até o teu corpo todo estremecer mal.

E quando subo, rígido, em tua direção,
Penetro o teu abismo em cadência lenta.
Os olhos se cruzam em mútua exploração,
Enquanto a carne úmida me recebe contenta.

Movimentos que oscilam entre o feroz e o terno,
Quadril que embala, que bate, que funde.
A transpiração escorre em rio moderno,
Unindo nossos corpos em transe que inunde.

O ritmo se acelera, as batidas se intensificam,
As unhas cravam costas, os dentes mordem o ar.
Até que o prazer bruto, em ondas, se multiplica,
E juntos encontramos o pico a explodir, a pairar.

No espasmo final, em convulsão mútua,
Entregamos essência, suor, alma, vigor.
Colapsamos unidos em doce quietude,
E no silêncio denso, dormita o amor.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

QUERO-O




Quero-o e quero assim
inteiro e completo enfim
sempre todinho só pra mim.

domingo, 1 de novembro de 2020