TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





quarta-feira, 11 de junho de 2025

terça-feira, 10 de junho de 2025

MOLEJOS E ENSEJOS



No compasso do desejo,
nosso corpo é sinfonia,
se desfaz todo o manejo
na mais quente harmonia.

Beijos viram claridade,
carícias, mel em vontade.

No vaivém da provocação,
a fricção nos incendeia,
com delírio e sedução,
na volúpia que campeia.
Fantasias se derramam,
sem pudores que nos freiam.

Num banhar de mil segredos,
tesões vão se agigantando.
Rompem fissuras e medos,
molejos nos enredando.
Entrega pura e sincera,
ardente noite quimera.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 9 de junho de 2025

domingo, 8 de junho de 2025

MEL E SUMO



Quero a sua fome e sua sede
 dominando-me inteira
 seja o meu dono.

 Possua-me a alma
 escale-me o corpo
 beba do meu mel do meu orgasmo.
 E transborde-me a boca
 Com seu sumo em suculentas rajadas.

Prenda-me em seus braços
feito chama derradeira
rasgue em mim os silêncios
na febre mais verdadeira.

Percorra-me sem demora
em doce insanidade
faça do meu ventre abrigo
da sua voracidade.

Morda-me os arrepios
em cadente tentação
desate todos os nós
que guardo no coração.

E no auge do delírio
quando a noite for abrigo
deixe em minha pele acesa
o incêndio do seu castigo.





  Cléia Fialho



sábado, 7 de junho de 2025

LIBIDO LOUCA




Minha calcinha fica molhada
 Só mesmo de te olhar
 E a avidez mais excitada
 Com vontade de te dar.

sexta-feira, 6 de junho de 2025

VIBRANDO EM PRAZERES




Repouso o corpo, suado e cansado
No teu abraço, quente e molhado
Deito-me em tua doce fadiga
Após o amor, que em nós se abriga.

Os desejos todos fomos saciar
Prazeres plenos, a nos embriagar
No gozo único, nossa resposta
Volúpia intensa que o peito encosta.

Silêncio de gemidos, suspiros calados
Corpos ardentes, enfim sossegados
Frenesi que aos poucos se desfaz
Num doce repouso que traz a paz.

Sublime instante de puro anseio
Onde perdidos em nosso devaneio
Tornamo-nos um, na mesma emoção
Vibrando em prazeres, de tanto tesão.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

Vinho doce
que embriaga corpos
transbordando de paixão,
sabor voluptuoso
derramado sobre você,
saciando seu frenesi.

 GRATIDÃO 

Seu blog

quinta-feira, 5 de junho de 2025

quarta-feira, 4 de junho de 2025

SERENIZE MEU TESÃO



Tateie a minha pele
 Dedilhe os meus segredos
 Mapeie o meu corpo...

Bocas... Mãos... Dedos...
 Me morda com sua língua
 Me lamba com seus dentes...

 Até matar à míngua
 As perversões mais dementes
 Mergulhe no pecado...

 Que imerge das minhas veias
 Esqueça se for errado
 Prenda-se em minhas teias...

 Venha e me tenha
 Use e me abuse
 Exorcize meus demônios...

 Esconjure a maldição
 Queime-se em meus hormônios
 Serenize o meu tesão.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

O desejo obscuro
desperta perversões,
liberta mentes
ávidas por prazeres cegos.
Amarrado aos extremos,
submetido à minha ferocidade,
usado e abusado,
marcado em meu nome.

 GRATIDÃO 

Seu blog

terça-feira, 3 de junho de 2025

SOU PURA LIBIDO




Suga-me e penetra-me
 os lábios contraídos
 e umedecidos...
 sou pura libido

 

segunda-feira, 2 de junho de 2025

ESTOU NO COMANDO





A da luz da rua entrando
Pelas as cortinas da janela clareando
 Desenham minha silhueta sensual.

 

sábado, 31 de maio de 2025

PRAZERES SEM DRAMAS





Jogos de sedução, luxúrias e amor
Sou a única "JUDGE" do teu querer
A incitar os teus sentidos sem temor
Que desperta em teu corpo o prazer.
 

sexta-feira, 30 de maio de 2025

quinta-feira, 29 de maio de 2025

O CORPO É POESIA




Olhares que cruzam-se em meio à dança
Corpos que aproximam- se com confiança
Pele a pele ardendo, a paixão se incendeia.

quarta-feira, 28 de maio de 2025

BEM MELHOR QUE SOZINHA 2



E adoro me perder e me achar 
em teus beijos, em teu corpo,
Ouvir os teus gemidos...
Os teus uis e ais
Deixam-me mais fogosa
Ainda mais tarada.
Mesmo com a neblina lá fora.

Vejo teu olhar doce, meigo
Se transformar em profano
principalmente quando sussurra 
Em meu ouvido implorando
A gozar cada vez mais e
A cada delírio sexual teu
Eu me realizo e gozo   — 
delinquentemente.
JG


Tua língua em minha pele
É loucura que incendeia,
Me aperta contra seu peito
Como fera em noite cheia.
Tua boca diz meu nome
Com sabor de tentação,
Mesmo com chuva no chão.

Teu toque é tão indecente
Que me arranca o juízo.
Teu corpo entrelaçado ao meu
É meu vício, meu paraíso.
E se pedes mais e mais
Em gemidos tão vorazes,
Me entrego sem hesitar — 
mil vezes, mil fases.
CF




  Cléia Fialho & Julia Guedes (Jujulia)

    Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

    O desejo é impaciente,
    clama ardentemente para ser saciado,
    a carne se ergue ereta
    entre os corpos rendidos.
    Feroz é aquele que subjuga
    prazeres proibidos,
    ela queima ao som da minha língua
    e você cavalga chicoteado
    pela minha masculinidade.
    Entrelaçados numa dança indecente,
    que nos tira o fôlego.

     GRATIDÃO 

    Seu blog

terça-feira, 27 de maio de 2025

A TAURINA



Ainda pulsa o cheiro denso da taurina,
um resquício — quente, firme — no ar espesso.
Ele insiste, murmura, quase sussurra: houve, sim,
do verbo que sustenta o existir — algo que ardeu,
mesmo que o mundo não tenha lido na manchete.

O sol já rasgou as nuvens, abrindo clareira,
mas não encerra a história que ficou suspensa,
um tempo entre o ser e o querer, o quase, o talvez.
Não foi amor grafado à canivete na goiabeira,
nem paixão de pombos jovens a se enfeitar no galho.

Houve um fogo oculto — desejo que atravessou a carne,
entre dentes e veias, a marca silenciosa da alquimia,
um canal secreto onde se desvelam segredos e medos.
O beijo que chegou sem aviso, como quem rouba a noite,
ficou ali, imóvel, pairando — beija-flor no ar rarefeito.

Ele sonha com o penúltimo encontro,
mais verdadeiro que o último adeus.
E ela, taurina, entre blusa lisa e saia que dança,
máscara e jaleco, touca que encobre o riso,
esconde a natureza selvagem no alçapão do desejo.

Houve, sim, sempre houve,
o que ninguém disse em voz alta,
mas que o silêncio grita,
e o tempo guarda — fiel, inquieto —
como um segredo dourado na penumbra.




  Cléia Fialho

Poesia inspirada no conto "A taurina"
do amigo poeta/escritor José Carlos Sant Anna

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