TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





sábado, 6 de dezembro de 2025

SOU A CHUVA QUE TE ACARICIA


Entre os teus dedos suaves,
que tocam o segredo da flor,
sou a brisa que embala sonhos,
tecendo no ar o amor.

No jardim onde o sol desperta,
sou a luz que faz renascer,
cada pétala, um suspiro,
cada cheiro, um prazer.

Sou a chuva que te acaricia,
molhando a alma e a paixão,
sou o canto do rouxinol,
que embala o coração.

Busca-me entre as flores vivas,
sou o pulsar da primavera,
teu vivo rosal me chama,
em silêncio, me espera.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE

Rosal vivo
que palpita primavera
con la danza de mis dedos
entre tus pétalos carnosos
mojados de rocío.


 GRATIDÃO

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

FOGO E SUSPIROS




Se ainda há desejo, que arda, que queime,
que corra em meu sangue como rio em febre.
Que cada suspiro seja um lume aceso,

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

FOME DE CARINHO


Suaves e quentes, são as tuas mãos
Que acariciam meu rosto com ternura,
Intenso é o sentir que nos envolve
Nesse universo de paixão e doçura.

Belo é o teu sorriso que ilumina
A noite onde o nosso amor repousa,
Suave é o teu abraço que me acalma,
E meu corpo se entrega, leve e formosa.

Lindo é este amor que me alimenta,
Fome de carinho, afeto e calor,
Forte e poderoso é o sentimento,
Que dentro de nós floresce o amor.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

SUSPIROS QUE SE MISTURAM



Teu toque é o estopim que acende o fogo que arde em mim
Um incêndio que se espalha,
 incontrolável e selvagem
Corpos que dançam num ritmo sem fim, 
sem começo
Perdidos no abraço voraz onde o desejo passeia.

Suspiros que se misturam, 
pele que se incendeia
O calor da paixão que nos envolve, 
uma chama viva
No olhar, 
um convite para mergulhar no prazer
E se perder nas ondas do desejo, 
sem medo.

Neste abraço, 
o tempo some, o mundo some
E resta apenas o agora, 
o aqui, o nosso
O fogo que arde em mim, 
a chama que me guia
Para ti, meu amor, 
minha paixão, 
minha chama.

No calor sufocante das curvas proibidas, 
encontro meu lar
Onde o calor da sua presença me chama para vagar
Cada movimento,
 uma promessa sussurrada, um teste tentador.
Dos limites que ainda não ultrapassamos, 
das fronteiras que ainda não conquistamos.

Seus lábios, 
um tormento suave, 
um fogo doce e selvagem.
Isso alimenta a exploração
 do nosso desejo mais profundo e oculto.
Mãos que vagueiam, 
buscando reivindicar e serem reivindicadas.
Na entrega de nossas almas, 
nossos corações se reorganizam.

Nessa dança de descoberta mútua, 
encontramos nossa própria forma verdadeira.
Onde as fronteiras entre prazer
 e dor se confundem e se transformam.
E na intensidade de nossa saudade, 
somos renovados.




  Cléia Fialho

domingo, 30 de novembro de 2025

SUSPIROS NO PAPEL



A vida se tece em suspiros sutis
Onde o gozo se esconde entre risos
Os versos, como brisa, buscam ser
Só suspiros, sem pressa de dizer.

Permita-me escrever em teus olhos
Onde cada palavra se faz poesia
E o silêncio entre nós sussurra
Que a vida, amor, é sonante melodia.

Nos teus suspiros, encontro o verso
Cada toque é um poema profundo
E assim, eternamente, escreverei,
Em ti, amor, versos do meu mundo.




  Cléia Fialho

sábado, 29 de novembro de 2025

NOITES SERENAS



Venho do sopro azul do horizonte
trazendo nas asas a essência do tempo
bordando manhãs no silêncio das cores.

Como chama acesa no campo
sou o brilho que corta o véu
do silêncio das noites serenas.

Crio os gestos nas sombras suaves
onde o anseio se encontra
Espalho a linguagem secreta do afeto.

Nas doces carícias do vento
Desmonto o mapa das palavras
na efêmera imortalidade da luz.

Sou uma alma livre, borboleta
que incendeia a terra dos versos
acendendo o encantamento.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

NAS SOMBRAS E PELES


Na dança lenta das sombras,
corpos se buscam sem nome,
silhuetas em brasa,
desejo que não se apressa.

Não há tempo —
só o instante em que a pele ouve,
em que o toque diz
aquilo que a boca silencia.

Sussurros sem voz
rasgam caminhos
nos contornos do prazer.
Cada curva, um convite.
Cada suspiro, um caminho novo.

Arrepios guiam o rumo,
sem direção, sem lógica —
apenas entrega.

Os olhos não pedem,
eles tomam.
Profundos, insaciáveis,
dizem tudo o que não cabe
em palavras.

E nesse balé invisível,
onde a alma se despe primeiro,
cada gesto se faz verso,
cada carícia —
uma oração pagã.

O toque vai além da carne.
É alma que roça alma,
desejo que nasce no fundo,
e sobe,
lentamente,
até incendiar o todo.

Na penumbra, dois mundos se dissolvem.
Não há rima.
Não há regras.
Só a poesia crua
do prazer que floresce
onde tudo é permitido.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE

Nos encontramos
nas sombras da noite,
sob a luz da lua cúmplice,
amantes insaciáveis
​​entregues ao prazer da carne.


 GRATIDÃO 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

NA PENUMBRA DO DESEJO



Na dança sutil das sombras, corpos se entrelaçam,
silhuetas ardem — são labaredas que se abraçam.
Não há pressa no compasso dessa melodia,
apenas a fome lenta de explorar a ousadia.

Toques deslizam, como brisas quentes na pele nua,
sussurram segredos em línguas sem fala, sem rua.
Arrepios desenham trilhas de puro alvoroço,
e o silêncio geme entre suspiros e gozo.

Cada centímetro, território de promessas e vertigens,
onde os dedos se tornam versos, e os lábios — origens.
No caos mudo do quarto, o amor se faz rito,
comungando o sagrado no suor infinito.

Respirações ofegam, como ondas em colapso,
e os olhos, afogados, se devoram num abraço.
Cada gesto é uma entrega, cada carícia, alquimia,
num bailar sem pudor, onde o prazer é poesia.

Sensualidade que vai além da carne exposta,
é alma que se despe, é chama que não se encosta.
Na penumbra dos sentidos, o tempo não se contém —
dois mundos se unem...
e o gozo é quem vem.





  Cléia Fialho