sábado, 13 de dezembro de 2025
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
ÊXTASE SEM SENSURA
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
ENLACE TÃO ENVOLVENTE
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
domingo, 7 de dezembro de 2025
VERSEJANDO A ETERNIDADE
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
sábado, 6 de dezembro de 2025
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
MAPEANDO TUA PELE
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
NOSSOS CORPOS SE FUNDEM
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
CORES E FLORES
No campo onde as papoulas brilham,
Cores de fogo, calor e paixão,
Balançam como estrelas que trilham
O caminho da primavera em canção.
Flores que são chamas da terra,
Com seus perfumes a nos embriagar,
Despertam o sonho que se encerra
Em um oceano de vida a pulsar.
Pétalas como versos delicados,
Abrindo-se ao vento com suavidade,
Carícias que se tornam exaltadas
Desejos de pura intensidade.
E em cada aroma que se espraia,
Se tece o encanto de um beijo sem fim,
Onde a natureza exala e desfaz a raia,
Num suspiro de amor, que floresce em mim.
domingo, 30 de novembro de 2025
sábado, 29 de novembro de 2025
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
NAS SOMBRAS E PELES
Na dança lenta das sombras,
corpos se buscam sem nome,
silhuetas em brasa,
desejo que não se apressa.
Não há tempo —
só o instante em que a pele ouve,
em que o toque diz
aquilo que a boca silencia.
Sussurros sem voz
rasgam caminhos
nos contornos do prazer.
Cada curva, um convite.
Cada suspiro, um caminho novo.
Arrepios guiam o rumo,
sem direção, sem lógica —
apenas entrega.
Os olhos não pedem,
eles tomam.
Profundos, insaciáveis,
dizem tudo o que não cabe
em palavras.
E nesse balé invisível,
onde a alma se despe primeiro,
cada gesto se faz verso,
cada carícia —
uma oração pagã.
O toque vai além da carne.
É alma que roça alma,
desejo que nasce no fundo,
e sobe,
lentamente,
até incendiar o todo.
Na penumbra, dois mundos se dissolvem.
Não há rima.
Não há regras.
Só a poesia crua
do prazer que floresce
onde tudo é permitido.
Linda interação do Amigo Poeta DULCE
.gif)
.gif)
.jpg)
.gif)
.gif)
.gif)
.gif)
.jpg)


.gif)
.jpg)