No murmúrio da brisa a dançar,
tal cheiro de flores no ar,
palavras sussurradas com calor,
toques suaves, como um delicado amor.
Teus olhos, como estrelas que cintilam,
abrindo caminhos onde os corações aninham,
entrelaçam-se sonhos e esperanças,
nos braços do desejo que nunca cansa.
A pele, um mapa de suaves carícias,
desperta lembranças, profundas delícias,
cada gesto um poema, cada riso um verso,
no compasso do amor, o universo disperso.
E assim a vida se faz doce e clara,
onde o tempo pausa, a essência não para,
no ritmo do toque, da luz, da integração,
a dança do ser, a sublime união.
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