Luxúria desperta no escuro da alcova,
amor se mistura ao suor que escorre lento,
sabor de pele salgada na língua ávida,
calor de coxas entrelaçadas em fúria.
Ardor pulsa nas veias, insaciável e bruto,
dedos mergulham no úmido segredo pulsante,
fervor explode em gemidos que rasgam o ar,
quadris colidem, devoram o limite do prazer.
Ardorconsome, amor renasce em cinzas,
sabor de gozo doce na boca que suga,
calor eterno, ardor que não apaga,
fervor nos une em êxtase sem fim.






