TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

terça-feira, 18 de outubro de 2022

FERAS EM DANÇA SELVAGEM



Guardo-te em mim como quem guarda relâmpagos,  
fecho o corpo para conter o vendaval,  
escrevo no ventre brasas dispersas,  
sinto tua presença ainda a se multiplicar.  

Vem, meu delírio, repousa no meu caos,  
a noite é vasta, o corpo é chama breve,  
bebe minha boca, devora meu destino,  
tenho fome — e a lua se curva leve.  

Teu toque é incêndio que não se apaga,  
minha pele é campo aberto à vertigem,  
cada gesto nos arrasta ao abismo,  
cada suspiro é trovão que nos fere.  

Somos feras em dança selvagem,  
rasgando o silêncio com dentes de sombra,  
no leito se escreve a fúria do mundo,  
e o poema sangra até a última dobra.  

E quando o cansaço não nos alcança,  
quando o tempo se dissolve em cinzas,  
resta apenas o eco da tormenta,  
um grito que arde, um fogo que não termina. 




  Cléia Fialho

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

domingo, 16 de outubro de 2022

sábado, 15 de outubro de 2022

NOSSO COITO FEROZ




Com garras e força, me jogo em teu mundo,
Sou mulher leoa, selvagem e atrevida,
Entrego-me ao prazer intenso e profundo,
Com um rugido forte, me faço sorvida.

Meu olhar penetrante, um brilho intenso,
Revela a determinação que me consome,
Eu quero, ataco e te deixo indefenso,
Uso e abuso, até saciar a minha fome.

Com unhas e dentes, pomposo tesão,
Sou felina no cio, com estro e fissura,
Te envolvo em uma gostosa adesão.

O teu corpo suado é sedutora sinura,
Conchegado ao meu numa total coesão,
Nosso coito feroz é símbolo de bravura.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

FOGO INDÔMITO



Em mim te guardo, como quem colhe tempestades,
fecho o corpo para não deixar escapar,
escrevo no ventre relâmpagos dispersos,
sinto tua presença ainda a se multiplicar.

Teu toque é incêndio que não se apaga,
minha pele é campo aberto à vertigem,
cada gesto nos arrasta ao abismo,
cada suspiro é trovão que nos fere.

Vem, meu delírio, deita-te ao meu lado,
a noite é vasta, o corpo é chama breve,
bebe minha boca, devora meu fado,
tenho fome — e a lua se ergue leve.

Somos feras em dança selvagem,
rasgando o silêncio com dentes de sombra,
no leito se escreve a fúria do mundo,
e o poema é desejo até a última dobra.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

SONHOS E SENSAÇÕES



De olhos fechados, sinto teu perfume
Meu coração bate forte, como de costume
Tua suave e doce voz em meu ouvido.

Sinto-me protegida, quando estou contigo 
Teus lábios doces, como mel, me enlouquecem
Teu sorriso, tal qual o sol, me aquece.

Teu olhar profundo, como o mar, me seduz

Tu és meu sonho, minha inspiração e luz.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

ALMAS GÊMEAS NO UNIVERSO



Dois corações que se encontram
Almas gêmeas no universo
Seus olhos são estrelas
Brilhando no meu firmamento

Sua pele é como seda
Suave ao meu toque
Seu sorriso é o sol
Iluminando meu caminho
Nossos lábios se encontram
Em um beijo eterno

Nossos corações batem
Como um só
Nossa amor é infinito
Sem fim nem começo
Nossa história é única
Escrita pelas estrelas.




  Cléia Fialho

terça-feira, 11 de outubro de 2022

LUZ DO CORAÇÃO




SORRISO que ilumina o dia
Reflete a luz do coração
É a esperança que irradia
Doce canção é um SORRISO.




  Cléia Fialho

O Experimental Ecosys 
é uma criação da Poetisa Simplesmente Sys