quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
NOITE DE VELUDO
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
SONHO LASCIVO
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
DEDILHE MEU CORPO
domingo, 10 de janeiro de 2021
DESNUDO
Desnudo o meu doce véu
Em meu cólon sabor de mel
Que conduz ao céu.
E nesse silêncio que arde sem pressa,
meu corpo em verso se confessa,
feito chama suave que não se vê,
mas em tudo me atravessa.
Há um caminho de seda e luar,
onde o instante aprende a flutuar,
e cada suspiro que em mim se demora
vira estrela a me iluminar.
Sou margem e mar em mesma canção,
um segredo em leve vibração,
perdida entre o toque do indizível
e o doce rumor da paixão.
sábado, 9 de janeiro de 2021
SUSSURRO O SEU NOME
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
LIBIDO EM FLAMAS
Pensar em ti acende chamas
Minha libido em flamas
Só teu toque apaga a brasa.
E quando a noite silencia
Teu nome invade a fantasia,
Feito canção em melodia
Que desperta a alma vazia.
Teus olhos têm luz de pecado,
Mas um pecado delicado,
Daqueles que o coração
Guarda em doce tentação.
Teu abraço é porto e abrigo,
Teu sorriso, meu castigo,
Pois basta lembrar teu calor
Pra florescer meu desejo e amor.
E assim sigo, entre suspiros,
Tecendo sonhos e delírios,
Na esperança de outra vez
Te encontrar em tua nudez…
De sentimentos, de ternura,
De paixão intensa e pura.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
LUXÚRIA LATENTE
Nossos corpos dançam
na febre da noite,
em brasa e suspiros
de intensa atração,
e o desejo escorre
sem medo, sem açoite,
ardendo em silêncio
na mesma pulsação.
Teu perfume invade
meus sentidos lentos,
feito vinho quente
na boca sedenta,
e os gemidos soltos
perdidos no vento
fazem da entrega
uma chama intensa.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
BESTEIRA
Minha mente faz travessuras
em noites de imaginação,
brinca solta entre desejos
e versos de provocação,
sou tempestade e doçura
na mesma contradição.
Carrego um riso malicioso
no brilho do meu olhar,
e um jeito tão atrevido
de provocar e encantar,
pois quem vive às avessas
também nasceu pra amar.
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
AGUENTE!
Sentiu a minha cama quente...
deitou... gostou... ficou... queimou?
Aguente!
Porque aqui o fogo não pede licença,
ele entra devagar, sem pressa, sem freio,
e quando percebe, já virou presença
morando no meio do teu anseio.
Sentiu o lençol guardar nosso segredo,
como quem sussurra sem fazer barulho,
e cada silêncio virando enredo
na curva leve do nosso mergulho.
Deitou... e já não era mais descanso,
era vertigem doce a te prender,
um quase perigo em tom de manso,
dessas coisas que ninguém quer perder.
Então aguente… se ainda for capaz,
porque quem fica aqui não volta atrás.





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