TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

O DESTINO DOS VALENTES




Nas terras distantes, onde o sol se põe
Ergue-se um reino de glória e poder
Governado por reis de coragem e honra

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

CAMPINAS VERDEJANTES





Nas capinas verdejantes do meu Rio Grande
Onde a terra se abraça com o céu distante
Um cenário de encantos, belo e grande
Desperta a alma, faz pulsar o peito amante.
 

NOSSOS GEMIDOS ECOAM




Nossos gemidos ecoam 
pela escuridão,
Como uma canção proibida 
que só nós conhecemos.

sábado, 18 de dezembro de 2021

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

ABRAÇO DA CONCÓRDIA

 



Na quietude da manhã serena e morna
A paz se aninha, como a mais bela aurora
No coração humano, como um tesouro raro

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

domingo, 12 de dezembro de 2021

A VIDA É UM CICLO QUE NUNCA PARA





A vida é um ciclo que nunca para
Como as estações que sempre voltam
Os dias se sucedem, em constante dança
E a jornada continua, sem nunca cessar.

sábado, 11 de dezembro de 2021

SUSSURROS ESCORREM PELA PELE



O ar pesa, denso, carregado de eletricidade,
onde cada olhar é um toque invisível,
e o silêncio grita o que a boca cala.

Sussurros escorrem pela pele,
como mel quente sobre a noite fria,
desenhando mapas de desejo
nos contornos do corpo que se entrega.

Gemidos incontidos rompem a barreira,
fragmentos de uma alma despida,
ecoando no quarto escuro,
tornando o tempo, lento e pesado.

Não há palavras que bastem,
apenas o ritmo da respiração,
o suor que beija a outra pele,
e o medo doce de perder a razão.

Pedidos obscenos fluem das entrelinhas,
súplicas baixas, quase imperceptíveis,
que transformam o proibido em sagrado,
o profano em altar de carne e luz.

Os dedos traçam fronteiras esquecidas,
explorando zonas de perigo e prazer,
enquanto o mundo lá fora desaparece,
dissolvido na névoa do instante.

Há uma dança antiga, primitiva,
onde a vergonha se rende ao calor,
e cada suspiro é uma promessa
de que esta noite não tem fim.

O silêncio volta, mas agora é diferente,
cheio de ecos, de marcas, de verdade,
enquanto os corpos, exaustos e plenos,
descansam na concha do mesmo abraço.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

REFLETIR É MEDITAR





No silêncio da alma, ecoa a reflexão
Um mergulho profundo, busca de razão
Pensamentos vagueiam, como estrelas no céu
Iluminando caminhos, desvendando o véu.
 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

AINDA TE SINTO PULSAR



Deixo-te ficar dentro, não te vás embora,  
Ainda te sinto pulsar contra as minhas paredes,  
Adormece assim, com o meu corpo por hora,  
Que a fome não passou, meu amor, tu sabes.

Na penumbra do quarto, onde a paixão nos chama,  
Os nossos corpos se encontram num abraço quente,  
E cada suspiro é uma promessa que aclama,  
O desejo ardente que nunca está ausente.

Os lençóis testemunham nosso doce tormento,  
Onde o tempo pára e se dissolve o momento,  
Nas carícias trocadas, em murmúrios sussurrados,  
Nosso amor é a chama que jamais será apagado.

Permanece aqui, enquanto a lua nos vigia,  
Nesta dança silenciosa de prazer e harmonia,  
Deixa que a noite nos envolva em seu véu,  
Nosso refúgio secreto, nosso pedaço de céu.

E assim, entrelaçados, o mundo lá fora se esvai,  
Apenas nós dois existimos, num precioso clamor,  
Que a eternidade nos guarde na memória do amor,  
Pois nos teus braços, meu amado, encontrei meu lar.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

RENASCENÇA




A vitória não grita,
ela sussurra
no silêncio depois da queda,
na lágrima que seca

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

CRESCIMENTO


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domingo, 5 de dezembro de 2021

DESILUSÃO NAS ASAS DO TEMPO




Nas asas do tempo, uma desilusão se tece
Promessas quebradas, sonhos se esvaecem
Um conto de encanto que se tornou sombra

sábado, 4 de dezembro de 2021

BEIJA A MINHA BOCA



Sobre a extensão branca do teu corpo,
o sol desenha mapas de desejo,
e o suor escorre como mel dourado,
trilha úmida que eu quero seguir.

Cada gota é um convite à perdição,
escorrendo pelos vales do peito,
desenhando curvas que a mente vê,
mas a pele grita o que o olhar não diz.

A salinidade beija a minha boca,
sabor de vida, de fogo e de instinto,
quando nossos corpos se encontram,
o suor é o líquido sagrado.

Ele brilha sob a luz tênue,
mapa de uma noite sem fim,
onde o atrito gera chama,
e a pele, mapa do nosso pecado.

Não há roupa, nem distância,
apenas o toque, o calor, a sede,
o suor que une duas almas,
numa dança lenta e desesperada.

Deixa que a umidade nos envolva,
que a pele grude na minha pele,
e nesse jogo de transpiração,
perdamos a noção do tempo.

Cada gota cai como promessa,
de um amor feito de carne e alma,
onde o suor é a linguagem muda,
do prazer que nos consome e nos salva.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

NEBLINA FRIA




No horizonte pintado de sonhos e esperança
Uma sombra de desilusão se ergue, avança
Promessas quebradas, como estrelas que caem.