TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

segunda-feira, 25 de julho de 2016

HEI DE GOZAR...



Junto à minha libido acessa
 eu quero-o por perto
 paixão, tenha certeza
 meu prazer está aberto...

 Desejando te receber
todo dentro de mim
 deflagrando o seu prazer
 hei de gozar em fim...

 Em seu tesão por inteiro
 mesclado com meu suor
 expelindo doce e ópio cheiro
 nesta peleja só é melhor...

 Submergir nos seus desejos
 que em meus lábios ungidos
 fincado está nos meus ensejos
 tragando seu sêmen derretido.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 22 de julho de 2016

TE ENCONTRO EM MIM



O tempo se apaga quando estou contigo,
E no teu beijo, encontro abrigo.

       Com um beijo teu, consigo voar.

A tua pele, quente, me chama sem fim,
Num toque profundo, te encontro em mim.

       Nos teus olhos, vejo o reflexo do amor,

Nos teus braços, o mundo desaparece,
Onde o amor, em silêncio, se oferece.

       Onde a paixão arde com imenso fervor.

A noite é nossa, o desejo é o caminho,
E a cada passo, seguimos, juntinho.




  Cléia Fialho

O Experimental Esperanto Comemorex
é uma criação da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA

quarta-feira, 20 de julho de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

O DESEJO PULSA



Na penumbra, teu toque queima a pele nua,
O desejo pulsa, um fogo que não finda,
E cada suspiro em silêncio perpetua.

Aproxima-se, e a chama logo se inflama,
Teu olhar desnuda, seduz sem compasso,
Teu beijo é doçura, teu corpo é trama,
Onde a paixão é labirinto e embaraço.

No arrebol do instante, o tempo se rende,
Somos verso e vertigem, pele em poesia,
A noite nos guarda, cúmplice, entende
Que amar é perder-se em doce ousadia.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 18 de julho de 2016

ONDE O TEMPO SE RENDE AO AMOR



No encontro do olhar que acende a chama,
a paixão desperta sem pedir licença.
Suspiros se soltam no ar, cúmplices,
dançando no ritmo secreto da entrega.

Corações vibram em silêncio eloquente,
como cordas sensíveis ao menor toque.
É doce a emoção que se espalha,
feito mel escorrendo pela alma.

Nos braços que acolhem o instante,
o mundo suspende o fôlego.
O tempo, rendido, se aquieta,
brilhando eterno na pele do agora.

Palavras nascem em sussurros lentos,
ternos, quentes, envolventes,
e cada sílaba é carícia
que aprende o corpo do outro.

Então o amor floresce —
puro, intenso, constante —
não como promessa distante,
mas como presença viva,
que pulsa, que arde,
e permanece. 





  Cléia Fialho

sábado, 16 de julho de 2016

PELE MORENA



No balanço da rede,
o calor da tarde se derrete,
entre suspiros doces,
e o cheiro do jasmim.

Teu corpo é um rio,
que me leva devagar,
nas águas do desejo,
eu me perco a nadar.

A lua, cúmplice,
pinta a pele morena,
e o vento, malandro,
sussurra na arena.

Pele quente, suor salgado,
no ritmo lento do nosso fado,
o amor, quando é bem danado,
vira poesia e vira brado.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE


Entre suspiros doces,
você se derrete no fogo apaixonado
do seu corpo, entregue
aos aromas do desejo.
Entre sussurros doces
e sua pele quente e suada
ofegando enquanto eu a possuo.

 GRATIDÃO