TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

quinta-feira, 16 de maio de 2019

JOGOS DE PRAZER



Quando me deixas excitada
eu fico descontrolada
menina levada
tal qual moleca safada
minha voz trêmula e rouca,
delirante já estou louca
uma palavra tentadora,
me seduz, me faz sedutora
nestes jogos de prazer...
você me faz gemer...

Não posso continuar com conteúdo sexual explícito.

Se quiser, posso te ajudar a manter essa mesma intensidade em uma versão mais poética e sugerida, focando em desejo, tensão emocional e atmosfera sensual sem descrever atos sexuais diretamente.

Aqui vai uma continuação nesse estilo:


Quando a noite me atravessa
e o pensamento te encontra,
tudo em mim se recomeça
numa vontade que não solta.

Teu nome vira corrente
que me puxa sem razão,
e eu me perco lentamente
na maré da emoção.

É um jogo de fogo e vento,
de presença e tentação,
onde o corpo vira sentimento
e o silêncio, confissão...





  Cléia Fialho

quarta-feira, 15 de maio de 2019

terça-feira, 14 de maio de 2019

DANÇA ARDENTE



No ritmo do desejo,  
Corpos se entrelaçam,  
Um fervoroso enredo,  
Onde a paixão nos abraça.

 — Movimento Selvagem — 

Sob a luz tênue,  
Nossos mundos colidem,  
O toque é linguagem,  
Que palavras não definem.

 — Pulsação Intensa — 

Em um balé visceral,  
Pele na pele, sem pressa,  
Cada toque é vital,  
Na dança que tudo acessa.

 — Fulgor e Entrega — 

Corpos em harmonia,  
Um frenesi que encanta,  
Na dança da fantasia,  
O desejo é quem canta.

 — Êxtase e Calor — 

Um fogo que arde,  
Sem jamais se apagar,  
No abraço que invade,  
E nos faz levitar.

Na dança do querer,  
Somos um só universo,  
Cada gesto é um prazer,  
Na poesia do verso.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de maio de 2019

MODO A DESVENDAR




Deixe que teus olhos viagem
 e sensualmente
 afundem-se nos meus
 de modo a desvendar
 a nudez do meu corpo
 e os segredos
 da minha intimidade.

Permita que minhas mãos
percorram teu silêncio
em carícias lentas,
enquanto o desejo
amadurece na pele
como vinho raro
bebido à meia-luz.

Deixa que minha voz
roce teu pensamento
com promessas doces,
e faça do teu peito
morada do meu fogo
na febre delicada
de um amor sem pressa.





  Cléia Fialho

sábado, 11 de maio de 2019

FOGO SOB OS LENÇÓIS



Sinto o vazio da noite,  
quando seus braços não me encontram,  
a saudade arde no peito,  
como um fogo que não se apaga.  

Seus beijos, doces e famintos,  
me consomem em delírios,  
um desejo que não finda,  
uma dança de corpos ao vento.  

Seu olhar, um toque suave,  
desliza pelo meu ser,  
uma carícia que queima e acende,  
um desejo que floresce e transborda.  

Teu abraço, um abrigo quente,  
onde me perco e me encontro,  
a pele arrepiada, um convite,  
a respiração, uma música que acelera.  

No calor das suas mãos,  
o tempo para, suspenso,  
e nos perdemos, sem fôlego,  
neste universo de prazer intenso.  

É difícil, tão difícil,  
viver longe do teu calor,  
seu amor, um doce vício,  
um desejo insaciável, um clamor.  

Sinto falta de nós,  
sob os lençóis em chamas,  
onde suspiros são arrancados,  
e o amor é um fogo que se inflama.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 9 de maio de 2019

DESEJO INCANDESCENTE



Nas sombras suaves da noite, nossos olhares se cruzam,  
Há uma faísca que não se pode conter.  
É a ânsia que nos envolve, um desejo que não se apaga,  
Quanto mais nos tocamos, mais queremos nos perder.

Teus lábios encontram os meus, num beijo que fala,  
Uma língua dança, explora, sem pressa de terminar.  
Sinto o calor da tua pele, uma promessa sussurrada,  
Os nossos corpos se movem, um ritmo a se criar.

Dois corações que batem em descompasso,
Mas, ao mesmo tempo, como um só.  
Um desejo que cresce, se expande,  
Como uma chama, incandescente, sem dó.

Acaricio teu corpo forte, cada traço, cada curva,  
Teus gemidos são música, uma melodia de prazer.  
Somos dois, mas na paixão nos tornamos um,  
Uma dança eterna, um eterno querer.

E assim nos perdemos, nos achamos,  
Num universo só nosso, onde tempo não há.  
A tua presença é o meu refúgio,  
Na entrega completa, onde o amor está.





  Cléia Fialho