TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MAIS A FAZER ANTES...





Quero retribuir-te prazerosamente à todos seus agrados.
Beijar-te suavemente a boca, para que com você eu venha a compartilhar do sulco escorrido da minha vertente, onde bebestes e despertaste-me o desejo de torturar-te agora...
Mordo de leve seu pescoço e sussurro ao seu ouvido, apenas para avisá-lo que:
"Vou descer paixão... parar no seu umbigo e fazer o caminho de volta... depois... desço mais um pouco...e..."
Assim eu faço querido.

Aclivando seu corpo... flanando pelo seu peito... linguando os seus mamilos...
E quando chegar em seu umbigo, olhar-te nos olhos...
Passando minha mão nos pelos do teu abdômen...
Eu declivo seu corpo em reverso...
Pedindo-te para virar de costas...
Mordo gostoso sua bunda, massageando com minha língua no meio dela...
Venho cheirando-te...

Inalando o seu aroma...
Arranhando as suas costas...
Esfregando meus seios entumecidos nela, para que você sinta o estado em que meu corpo encontra-se...
Sento então em sua cintura e roçando, fricciono minha vulva quente e molhada em ti...
Nesse momento mordo-te o lóbulo da orelha...
sussurro palavras obscenas que levam-te ao delírio...

Desço novamente e começo a sugar-te o "saco" por trás... fazendo com que você abra suas coxas para mim...
Virando-te então...
Eu faço menção sorver-te o membro teso, dominado pelo tesão...
Sei que queres minha boca em teu "fálus" mais do que tudo...
A sugar-te deliciosamente como um "picolé" que derrete e mistura-se com a minha saliva...
Mas ainda não querido...
Tenho mais a fazer com você antes....




  Cléia Fialho

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

VOCÊ E EU




Lembro de quando nos conhecemos...

Ah, como esquecer ... aqueles olhares que me devoravam?


Que me queriam, me desejavam, me cobiçavas à qualquer custo,e comiam os teu olhos, minha bunda e busto!


Você não se importava, era proibido e não dava, não poderia ser,

teu arriscado insano querer, mas seu jeito nem disfarçava!


Luxúria de posse com jeito bandido, posição arriscada, constante perigo,

éramos só amigos, não quis ser amante, mesmo você querendo ir avante.

Jogo sedutor onde eu era caçada, e assim ficou uma história inacabada...


E não aconteceu "você e eu"...


A vida deu tempo ao tempo... passou...

 Seguimos rumos contrários, o espaço nos afastou,

Colocando fim nos encontros diários...


Mas o que tem que ser assim "será"...  que foi plantado se colherá...

Não importa os anos que passar ah... se está escrito... se cumprirá!

Pois se é "destino" um dia irá se realizar, por acaso nos encontramos...

Acaso?! Até num atraso há um "porque"...

E poderá acontecer "eu e você"


O mundo girou e ao mesmo lugar voltou, este mesmo mundo que nos afastou.

Te trouxe à minha porta, o proibido que me amarrou.


Em teu caminho agora me solta, nos colocando frente à frente novamente.

Em outro dia do ano, do tempo, como folhas soltas à voar no vento.


É chegada a hora, intencional momento, daquele sentimento do passado.

Escondido, negado e almejado, com força se fez surgir, sem querer fugir.


Ascende a chama na memória, faz acontecer a nossa história,

O que ficou retido anos atrás, vem aos poucos e se compraz.


O que doeu e o que não deu...

Neste momento acontece "você e eu"

Dos desejos contidos, as fantasias à realizar, sob o lençol entre os travesseiros,

entre a cama e o chão há uma explosão.

 

Prazerosamente percussões inexplicáveis, carícia suave e ousada,

toques afáveis, aroma gostoso de clímax no ar, afrodisíaca dança que não quer cessar.


Cratera ejecta líquidos candentes em erupção, acordaram o vulcão que então estremeceu...

 Finalmente entre lençóis aconteceu "Você e eu".





  Cléia Fialho

domingo, 17 de dezembro de 2017

TRÊS AMIGAS E UM DESTINO



Aline e Andressa, eram melhores amigas e confidentes desde crianças.

Nenhuma sequer jamais fantasiou estar nos braços uma da outra, ou de outras mulheres, pois ambas adoravam homens e um pau duro e gostoso.
Como sempre faziam quase tudo juntas, suas amizades também eram praticamente as mesmas, incluindo uma pessoa que se chamava Paula.

Já Paula por sua vez, se considerava "entendida" de tudo um pouco... sendo que deste "pouco" o negócio dela era mesmo mulher!
Tendo terminado um relacionamento de mais de 3 anos com sua ex amada, Paula sentindo-se sozinha, começou a estar mais presente entre as duas amigas.
Participava desde os passeios nos finais de semana, tanto quando aos segredos que agora Aline e Andressa confidenciavam à ela também.

Com o tempo amizade nesse trio cresceu, e Paula investia com piadinhas, que deixavam as meninas curiosas, e contava detalhes de uma transa lésbica, que fazia as meninas se transportarem às cenas.
Audaciosa e atrevida, Paula perguntou à elas, porque não tentavam, nem que fosse apenas por curiosidade?
Rindo muito e totalmente sem vergonha nenhuma, as duas amigas de brincadeira, começaram à simular toques nas mãos e beijos nos ombros e pescoços.

Paula assitia à tudo, deliciando-se e esperando o momento certo de participar, afinal era a "!primeira vez" das amigas, e ela nada faria para que elas recuassem.
Até que num determinado momento, Aline e Andressa, rindo, mas em um tom mais sério e provocante, pediram para Paula, mostrar como era mesmo!
Paula, aproximou-se delas, dizendo que apenas se deixassem levar pelos instintos.

E assim começou as trocas de abraços entre o trio de mulheres, que aos poucos descobriam os prazeres do corpo umas das outras.
Se tocavam e se beijavam, exatamente como desejavam ser tocadas e beijadas.
Eram mais que corpos e líbidos, eram almas femininas que se conheciam, se deleitavam e se amavam em luxúrias sensuais e loucas.

Peles se arrepiavam, coxas se esfregavam, pernas se abriam, dedos penetravam, corpos se contorciam, lábios se beijavam, bocas bebiam o néctar jorrado, mãos passeavam por vias ainda não exploradas.
O aroma das líbidos no ar, fluía como um incenso voluptuoso e cheiroso
Ali estavam elas, as três amigas, ora por baixo, outra por cima...simplesmente se deixavam levar por seus desejos e lascívias.
Prazeres descobertos... sentidos... vividos.

E este momento que começou com curiosidade e brincadeira, se perpetuou por horas, até que as três, caíssem exaustas na cama, uma ao lado da outra, em um abraço mútuo.
No quarto só as paredes por testemunhas, e no olhar de cada uma delas, Aline, Andressa e Paula, a incerteza do futuro, mas a convicção das preferências... dos desejos, dos prazeres e da felicidade absorvida por elas.




  Cléia Fialho

sábado, 16 de dezembro de 2017

O SEMINARISTA SAFADO


Criada em cidade do interior, e de família tradicional, todo "santo" domingo era sagrado ir à Igreja com meus pais,(de livre e espontânea obrigação!)

Havia chegado um novo seminarista.

Lembro que ele era bonito e de imediato me despertou interesse.
Para minha surpresa ele também era professor de física, contratado pela minha escola de freiras.
Uau! Dei pulinhos de alegria!
E a seguir, dá para imaginar o que aconteceu né?
Sou daquele partido da "coligação do tesão"sabe?
Nada melhor que unir o útil ao agradável.

Certa vez em minha casa, sozinhos durante uma aula particular, tirei toda a minha roupa e ele ficou calado, sem sequer reagir contra.
Comecei a tirar a calça dele e pra minha surpresa ele estava sem cueca, já de pau duro.
Na hora cai de joelhos e abocanhei aquele pau enorme que quase não cabia na minha boca.
Ele ficou doido e começou a socar gostoso na minha garganta.

Fiquei mordiscando, lambendo e chupando, olhando com cara de gulosa, para ele que tinha cara de safado!
Ele me pegou no colo e me deitou no sofá e começou a me chupar.
Passando a língua no meu grelo, me fez gozar e assim que gozei, me colocou de quatro, lambeu e enfiou a língua no meu cuzinho apertado.
Fiquei louca de tesão, ele massageava meu grelo ao mesmo tempo, quando ele viu que eu ia gozar de novo, meteu aquele pau enorme na minha bucetinha que estava molhadinha.

Gozei e ele empurrava mais forte e fundo.
Depois cavalguei naquele cacete grosso, rebolei bastante, e ele falava assim: "Toma gostosa, eram essas aulas particulares que você queria, minha aluna preferida?!"
Eu quase me acabava gemendo e quando eu estava quase gozando, ele me colocou deitada de costas e subiu em cima de mim.
Intensificou as metidas, parecia um selvagem, senti que o pau dele latejante ia gozar... dai ele tirou pra fora e me deu um banho saboroso de sêmen.

Lambi tudinho... mas ele não ficou mole e comecei a mamar gostoso até ele me colocar de quatro novamente.
Ficou esfregando o pau na minha bucetinha e no meu cuzinho.
Colocou um dedo no meu cuzinho, depois outro e socando na minha bucetinha ao mesmo tempo, voltou a esfregar o pau no meu cuzinho roçando a cabeça grossa nele e massageando o meu grelo.
Fui ao delírio, dei um salto e um grito, quando senti ele enfiando no meu cuzinho virgem de uma vez só!

E ele falou: "Relaxa vai... que vai ficar gostoso!"
Ficou num vai e vem que realmente era delicioso (mas ardia muito).
Eu gozei deliciosamente pela 1ª vez dando a bundinha!
Ele gozou dentro do meu cuzinho ardido.
Depois disso... as missas aos domingos ficaram mais interessantes, pois nossas trocas de olhares, não podiam revelar nosso segredo proibido e profano.
As aulas particulares de física, se tornaram cada vez mais excitantes, e foi daí que pensei:
"Ah, se todas as aulas fossem assim, eu sempre passaria por média, com notas máximas e em primeiro lugar!!"




  Cléia Fialho

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

DIFÍCIL TRADUZIR VOCÊ



Sendo você minha poesia
 meu âmago te respira
 minha essência te transpira
 anjo, tens todo o encanto
 seu olhar é um acalanto.

Letra que transmite emoção
 porém em seus olhos há atração
 que não posso descrever
 é fácil falar de amor, mas
 difícil é traduzir você.




  Cléia Fialho

O Experimental Almognose
é uma criação da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA
 Linda interação do amigo Poeta JR

Você não tem tradução,
 em nenhuma língua há algo
 que possa dizer com tanta definição
 você me causa tesão
 até a língua endurece
 quando você me aparece
 no falar, no escrever terá que ser
 inventado algo que mais me dê prazer!!

 GRATIDÃO

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

RUGIDOS E URROS [ Miniconto ]



O meu homem é sensível e carinhoso
ao mesmo tempo fera selvagem
gosto de enlouquece-lo
com uma lingerie vermelha da cor do pecado
que faz com que ele se grude nos meus cabelos
me jogue na cama e me vire do avesso
beijando meu pescoço e sussurrando no meu ouvido
palavras desconexas e safadas

Me deixando louquinha de tesão
arrancando e rasgando meus gemidos
com os lábios quentes sorvendo meus seios
enquanto sua mão toca minha gruta molhada
ao seu comando eu faço tudo e de tudo
com muito prazer e libertinagem
se manda eu sugar o seu membro ereto
nem penso duas vezes e já o abachanho inteiro
não sei se me delicio mais na consistência do seu mastro
ou nos rugidos e urros que vem de você
pedindo para eu não parar... e não paro mesmo

Se manda que eu sente... já me ajeito
cavalgando como uma amazona insana
e quando me coloca de quatro
sei que vou pagar um alto preço delicioso
vou sofrer o pênalti gostoso e sem perdão
delirando e gozando em qualquer posição
cada parte do meu corpo se contrai de desejos
e já quase sem fôlego e desfalecida
me lambuzo no seu néctar jorrando
como prova maior de todo o seu amor.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

TOQUE DE MAGIA E SENSUALIDADE



Era uma vez, em uma pequena vila cercada por florestas exuberantes, vivia uma mulher misteriosa chamada Isabella. 
Com longos cabelos negros como a noite e olhos penetrantes cor de esmeralda, ela atraía a atenção de todos os homens do vilarejo. 
No entanto, seu coração pertencia a apenas um: o belo e corajoso caçador chamado Leonardo.

As noites naquela vila eram mágicas, envoltas em um misticismo que cativava os habitantes. 
E em uma dessas noites, Isabella decidiu expressar seu desejo mais profundo. 
Ela esperou a lua se levantar, tingindo o céu de um tom rubro, antes de seguir para a casa de Leonardo.

Ao chegar, bateu suavemente na porta, deixando os segundos se arrastarem como se fossem eternos. 
Leonardo abriu a porta e encontrou Isabella parada diante dele, com um sorriso tímido e a luz da lua refletindo em seus olhos.

"Posso entrar?", perguntou ela em um sussurro.

Ele apenas assentiu, incapaz de resistir ao seu encanto. 
Conduziu-a até a sala, onde a lareira crepitava com chamas quentes e dançantes. 
O ambiente estava carregado de uma eletricidade palpável, o desejo que ambos nutriam há tanto tempo.

Isabella aproximou-se de Leonardo, roçando seus lábios nos dele com suavidade. 
O beijo era ardente e cheio de promessas, fazendo-o sentir como se estivesse flutuando em um mar de prazer e paixão. 
As mãos dela deslizaram pelos ombros dele, trilhando um caminho firme e delicado, revelando a tensão que crescia em seu corpo.

Ele a envolveu em seus braços, sentindo a proximidade de seus corpos e a respiração acelerada. 
Isabella sussurrou em seu ouvido, palavras que despertavam seus desejos mais profundos. 
A sedução estava no ar, como um perfume embriagador que os envolvia.

Em meio a um misto de risos e suspiros, Isabella guiou Leonardo até um tapete macio perto da lareira. 
Eles se entregaram à paixão, explorando cada centímetro de suas peles, como se estivessem pintando uma obra de arte com o toque dos seus dedos.

A noite se desenrolou em uma dança de prazer, com os corpos entrelaçados como galhos de uma árvore, dançando ao sabor do vento noturno. 
Cada gemido, cada suspiro, cada olhar intenso aumentava a intensidade do momento. 
O tempo parecia não existir, e eles se perderam naquele universo íntimo que haviam criado.

A aurora trouxe consigo um novo dia, mas o encontro de Isabella e Leonardo continuava imortalizado na memória de ambos. 
O amor, o desejo e a cumplicidade que compartilharam sob a luz da lua nunca se desvaneceriam.

Assim, naquela pequena vila cercada por florestas exuberantes, Isabella e Leonardo viveram um conto de paixão e sedução que transcenderia o tempo.
Uma história que seria contada através das gerações, sempre com um toque de magia e sensualidade.




  Cléia Fialho