TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 22 de março de 2015

TEU DOMÍNIO EM MIM


Teu cheiro me enlouquece,
meu corpo desperta só de te sentir.
Estou nua diante de ti,
coxas abertas, entregue, obscena,
provocando tua fome de macho.

Minha boca implora a tua, minhas mãos buscam tua pele quente, arde em mim o desejo de te possuir. Toco teu pau rígido, sinto o calor pulsando, provoco até perderes o controle.

Quero lamber tua cabeça, sentir teu gosto em minha língua, te ouvir gemer em minhas mãos. Minha boca desafia teus pudores, engole tua carne inteira, entrando e saindo em ritmo indecente, profundo, selvagem, arrebatador.

Sou tua mulher, tua luxúria, me entrego, me abro, te consumo até o êxtase. E quando teu gozo se mistura ao meu, não há começo nem fim, apenas nós dois, perdidos em prazer sem limites, selvagens, famintos, eternos.





  Cléia Fialho

sábado, 21 de março de 2015

EU TE QUERO TODO


Vem aqui...
Deixa-me explorar teu corpo,
acariciar teu peito firme,
beijar tua pele quente,
saborear o gosto da tua boca, 
afogar-me nas ondas do teu desejo.

Vem agora… Faz de mim tua fonte de prazer, desliza por minhas curvas, aquece meu ventre com teu calor, roça tua carne na minha, ancora nos meus lábios, enquanto minha língua faminta desafia teus limites.

Vem depressa… Escorre devagar, pincela meu rosto com tua rigidez, deixa o perfume do teu gozo invadir minhas narinas, alimentando meu instinto selvagem.

Venha meu bem… Deita-me, abre-me, consome-me, faz do meu corpo teu brinquedo proibido, explora, devora, me leva ao caos, arranca de mim gemidos profundos, faz-me gozar até perder a razão, inunda minhas entranhas com teu néctar quente.

E quando nossos corpos se fundirem, não haverá começo nem fim, apenas luxúria sem fronteiras, prazer selvagem, êxtase arrebatador.





  Cléia Fialho

sexta-feira, 20 de março de 2015

INCÊNDIO NA PELE



Entro no espaço e o ar já queima.
Meu corpo ainda úmido da noite,
meus olhos te procuram, meus lábios te chamam.

Teu olhar me despedaça, teu desejo me desnuda.
Cada gesto abre caminho, cada toque acende faíscas.
Meus seios se erguem sob tua fome, meus mamilos se tornam brasas.
Minha carne se abre em convite, minha fenda pulsa em espera.

Tua língua percorre meu segredo, tua boca devora minha febre.
Eu me arqueio, eu me entrego, sou selvagem, sou tua, sou fogo.
Tu me invades com força, teu corpo se funde ao meu.
Ondulo, cavalgo, mudo posições, sou cachorrinha, sou rainha, sou abismo.

Meus seios balançam livres, tuas estocadas me fazem vibrar.
O ritmo cresce, o clímax explode, gemidos se cruzam, gozos se misturam.
No fim, somos apenas dois corpos, marcados pelo prazer,
consumidos pela luxúria, devorados pelo incêndio da pele.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 19 de março de 2015

quarta-feira, 18 de março de 2015

terça-feira, 17 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

domingo, 15 de março de 2015