TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 24 de dezembro de 2017

NA BOCA A SALIVAR



E eu bem sei que eu tenho tu rendido e entregue em minhas mãos, à meu bel-prazer.
Quando na minha boca a salivar está o teu pau ereto, por completo até o fundo da minha garganta.
Meu prazer está no demente prazer que o meu boquete causa em tua pica tão dura, parecendo um concreto, te vejo espasmar, se contorcer e soltar urros que ecoam no quarto.

Cuspo no teu cacete, deixando ele bem lambuzado, para que com a palma da minha mão direita, eu deslize para baixo e para cima, me detendo na cabeça a alisar em movimentos circulares que te põe sofregamente desvairado, fazendo tu estremecer e por vezes até roubá-lo do meu domínio, gemendo ao dizer "Puta! Tesão do caralho, assim eu vou gozar!"
Ainda não paixão, calma... estou só começando!

Vou baixando até encostar minha língua em tuas bolas e te sugo deliciosamente, enquanto minha mão esquerda está a arranhar tuas coxas, fazendo caminho até teu abdômen contraído de tesão.
Sorrateiramente, tu eleva os quadris, na ânsia de socá-lo mais forte em minha boca...

Ah ah ah, mas eu te conheço, como tu ousa te atrever assim?
Safado, cretino... então intensifico, acelerando as chupadas, que agora te babam desde a ponta da tua vara, até quase a entrada do teu ânus.
E é neste exato momento do teu clímax, que tenho certeza que nesta peleja, teu troco virá "à galope"...

Tu deixa eu me fartar e brincar da maneira que quero em teu corpo, sugando teus prazeres e apenas permites que nessa hora eu reine soberana sobre ti.
Mas sei que tu é o meu macho alfa, e que depois desse martírio delicioso que te causei, no final eu terei uma dolorosa e prazerosa vingança tua!




  Cléia Fialho

sábado, 23 de dezembro de 2017

DONO DOS MEUS "AIS" 



Eu fico nessa peleja
 até amanhã se quiser
 não peço arrego e só quero
 sentir o gosto da mulher
 que sabe me provocar
 gozado eu já estou
 ela molhada também
 nem mesmo eu sinto saudade
 das mulheres do harém
 depois que ela me pegou
 não sobrou foi pra ninguém!

Coisa mais gostosa
 ter você assim
 sensação deliciosa
 todinho para mim
 coitada da mulherada
 que perdeu esse garanhão
 vão passar as madrugadas
 tendo que usar as mãos
 eu não tô nem aí
 nem bola tô dando
 no meu rabinho aqui
 é que ele está gozando!

Devo te cumprimentar
 com toda honra te digo
 que aqui nesse recanto
 ninguém fez isso comigo
 tu és mesmo uma china dos pampas
 és um perigo!

Para mim honra maior
 é ter o privilégio
 não sou de todas "a melhor"
 e merecer o seu assédio
 considero um presente
 esse poeta que ganhei
 faz meu corpo fremente
 realizar o que sonhei.

Uiuiui!!!
 faz assim faz meu amor,
 me de esse moranguinho,
 que eu vou melar no teu grelinho,
 assim vai ficar demais,
 De frente e também por traz,
 vou te dar desse meu vinho,
 vou beber ele todinho,
 no meio dos seus canais,
 vou te levar no meu barco
 que a deriva vai ficar,
 em cada onda que bate,
 no barco a balançar,
 vou te foder mais um pouquinho
 lá naquele alto mar,
 e depois de tanto amor
 no meu cais vou aportar!

Em seu mar eu já navego
 me afogo em suas ondas
 me apetece eu não nego
 o teu carinho que me sonda
 venha meu poeta marujo
 ancorar em meu cais
 de você não mais fujo
 são seus os meus canais
 até mesmo em seca terra
 entre os canaviais
 ou em alta cerra
 és o dono dos meus "ais!"

Juntos nós vamos gozando
 num carinho estonteante
 por mais que nós dois gozemos
 nunca vai ser o bastante!

Bem verdade é querido
 meu poeta e amigo
 quero estar contigo
 agora tudo faz sentido
 vou confessar em seu ouvido:
 "Além de você
 para nada mais eu ligo!"




  Cléia Fialho & JRTEIXEIRA

Linda Interação do Amigo Poeta J R

Um poeta só consegue poetar o seu querer
 se ali do outro lado tiver alguém para ler.
 Se ele ficar assanhado querendo amor fazer
 só vai se sentir saciado sabendo
 que ela está disposta a entender .
 O seu verso o seu recado querendo
 nisso obter um gozo tão bem gozado
 no calor do seu querer.
 De nada adianta,.
 a leitura se não tiver interadoção
 pode ser uma obra prima
 mas sem a interação
 nada disso vai ter rima
 e nem vai virar canção.
 Pode ser uma obra prima
 mas só chega ao coração
 se em cada verso a rima
 causar em nós o TESÃO!

 GRATIDÃO

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

JUNTOS GOZANDO



Você é boa de prosa
 de poesia é também
 eu te acho um colosso
 muito gostosa meu bem
 por isso eu te quero aqui
 cuidando do meu harém!
 .
Não cuido de harém nenhum
 só prezo pelo que é meu
 se queres algo incomum
 dê só à mim o amor seu.
.
Pois procure quem quiser
 eu sei não vai encontrar
 outro macho pra te amar
 e te fazer ser mulher!!
  .
Olha que eu vou
 não precisa nem mandar
 a mulher que eu sou
 qualquer homem quer amar.
  .
É só pedir que eu te dou
 tudo que tu queres...tem
 depois que te conheci
 abandonei meu harém.
.
Pare de me seduzir
 eu não vou aguentar
 não consigo resistir
 aos seus encantos de versar!
  .
Você é boa de prosa
 de conto e de poesia
 na cama também é boa
 satisfaz minha fantasia
 mulher tem que ser assim
 se não, não me serve não
 eu beijo, eu dou carinho
 passo a ser seu garanhão,
 mulher pra meter assim
 tem que provar do que é bom
 não estou te provocando
 esse é o meu jeito de ser
 você pede eu vou te dando
 não adianta gemer
 quanto mais geme, mais quero
 na tua boca estou gozando!
.
Bom de prosa é você
 também de poesia
 vai provar do meu prazer
 e trepidar de euforia
 quanto mais fico a gemer
 vou pedindo e vou ganhando
 nada pode nos deter
 juntos nós vamos gozando!




  Cléia Fialho & JRTEIXEIRA

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

PROMETO!



Creio eu que ultrapassas a altura...
 já tocou-me com sua brandura
 e veja, não sou de errar...
 trazes nos olhos a magia de amar...

Tanto encanto e a doçura
 prometo manter a compostura
 com tamanha gentileza
 pois quero com certeza.

Cultivar a sua amizade
 desfrutar com suavidade
 tudo que tens a me oferecer.

E esse tudo te devolver
 com mimos e muito carinho
 vou manter-me em alinho.




  Cléia Fialho

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MAIS A FAZER ANTES...





Quero retribuir-te prazerosamente à todos seus agrados.
Beijar-te suavemente a boca, para que com você eu venha a compartilhar do sulco escorrido da minha vertente, onde bebestes e despertaste-me o desejo de torturar-te agora...
Mordo de leve seu pescoço e sussurro ao seu ouvido, apenas para avisá-lo que:
"Vou descer paixão... parar no seu umbigo e fazer o caminho de volta... depois... desço mais um pouco...e..."
Assim eu faço querido.

Aclivando seu corpo... flanando pelo seu peito... linguando os seus mamilos...
E quando chegar em seu umbigo, olhar-te nos olhos...
Passando minha mão nos pelos do teu abdômen...
Eu declivo seu corpo em reverso...
Pedindo-te para virar de costas...
Mordo gostoso sua bunda, massageando com minha língua no meio dela...
Venho cheirando-te...

Inalando o seu aroma...
Arranhando as suas costas...
Esfregando meus seios entumecidos nela, para que você sinta o estado em que meu corpo encontra-se...
Sento então em sua cintura e roçando, fricciono minha vulva quente e molhada em ti...
Nesse momento mordo-te o lóbulo da orelha...
sussurro palavras obscenas que levam-te ao delírio...

Desço novamente e começo a sugar-te o "saco" por trás... fazendo com que você abra suas coxas para mim...
Virando-te então...
Eu faço menção sorver-te o membro teso, dominado pelo tesão...
Sei que queres minha boca em teu "fálus" mais do que tudo...
A sugar-te deliciosamente como um "picolé" que derrete e mistura-se com a minha saliva...
Mas ainda não querido...
Tenho mais a fazer com você antes....




  Cléia Fialho

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

VOCÊ E EU




Lembro de quando nos conhecemos...

Ah, como esquecer ... aqueles olhares que me devoravam?


Que me queriam, me desejavam, me cobiçavas à qualquer custo,e comiam os teu olhos, minha bunda e busto!


Você não se importava, era proibido e não dava, não poderia ser,

teu arriscado insano querer, mas seu jeito nem disfarçava!


Luxúria de posse com jeito bandido, posição arriscada, constante perigo,

éramos só amigos, não quis ser amante, mesmo você querendo ir avante.

Jogo sedutor onde eu era caçada, e assim ficou uma história inacabada...


E não aconteceu "você e eu"...


A vida deu tempo ao tempo... passou...

 Seguimos rumos contrários, o espaço nos afastou,

Colocando fim nos encontros diários...


Mas o que tem que ser assim "será"...  que foi plantado se colherá...

Não importa os anos que passar ah... se está escrito... se cumprirá!

Pois se é "destino" um dia irá se realizar, por acaso nos encontramos...

Acaso?! Até num atraso há um "porque"...

E poderá acontecer "eu e você"


O mundo girou e ao mesmo lugar voltou, este mesmo mundo que nos afastou.

Te trouxe à minha porta, o proibido que me amarrou.


Em teu caminho agora me solta, nos colocando frente à frente novamente.

Em outro dia do ano, do tempo, como folhas soltas à voar no vento.


É chegada a hora, intencional momento, daquele sentimento do passado.

Escondido, negado e almejado, com força se fez surgir, sem querer fugir.


Ascende a chama na memória, faz acontecer a nossa história,

O que ficou retido anos atrás, vem aos poucos e se compraz.


O que doeu e o que não deu...

Neste momento acontece "você e eu"

Dos desejos contidos, as fantasias à realizar, sob o lençol entre os travesseiros,

entre a cama e o chão há uma explosão.

 

Prazerosamente percussões inexplicáveis, carícia suave e ousada,

toques afáveis, aroma gostoso de clímax no ar, afrodisíaca dança que não quer cessar.


Cratera ejecta líquidos candentes em erupção, acordaram o vulcão que então estremeceu...

 Finalmente entre lençóis aconteceu "Você e eu".





  Cléia Fialho

domingo, 17 de dezembro de 2017

TRÊS AMIGAS E UM DESTINO



Aline e Andressa, eram melhores amigas e confidentes desde crianças.

Nenhuma sequer jamais fantasiou estar nos braços uma da outra, ou de outras mulheres, pois ambas adoravam homens e um pau duro e gostoso.
Como sempre faziam quase tudo juntas, suas amizades também eram praticamente as mesmas, incluindo uma pessoa que se chamava Paula.

Já Paula por sua vez, se considerava "entendida" de tudo um pouco... sendo que deste "pouco" o negócio dela era mesmo mulher!
Tendo terminado um relacionamento de mais de 3 anos com sua ex amada, Paula sentindo-se sozinha, começou a estar mais presente entre as duas amigas.
Participava desde os passeios nos finais de semana, tanto quando aos segredos que agora Aline e Andressa confidenciavam à ela também.

Com o tempo amizade nesse trio cresceu, e Paula investia com piadinhas, que deixavam as meninas curiosas, e contava detalhes de uma transa lésbica, que fazia as meninas se transportarem às cenas.
Audaciosa e atrevida, Paula perguntou à elas, porque não tentavam, nem que fosse apenas por curiosidade?
Rindo muito e totalmente sem vergonha nenhuma, as duas amigas de brincadeira, começaram à simular toques nas mãos e beijos nos ombros e pescoços.

Paula assitia à tudo, deliciando-se e esperando o momento certo de participar, afinal era a "!primeira vez" das amigas, e ela nada faria para que elas recuassem.
Até que num determinado momento, Aline e Andressa, rindo, mas em um tom mais sério e provocante, pediram para Paula, mostrar como era mesmo!
Paula, aproximou-se delas, dizendo que apenas se deixassem levar pelos instintos.

E assim começou as trocas de abraços entre o trio de mulheres, que aos poucos descobriam os prazeres do corpo umas das outras.
Se tocavam e se beijavam, exatamente como desejavam ser tocadas e beijadas.
Eram mais que corpos e líbidos, eram almas femininas que se conheciam, se deleitavam e se amavam em luxúrias sensuais e loucas.

Peles se arrepiavam, coxas se esfregavam, pernas se abriam, dedos penetravam, corpos se contorciam, lábios se beijavam, bocas bebiam o néctar jorrado, mãos passeavam por vias ainda não exploradas.
O aroma das líbidos no ar, fluía como um incenso voluptuoso e cheiroso
Ali estavam elas, as três amigas, ora por baixo, outra por cima...simplesmente se deixavam levar por seus desejos e lascívias.
Prazeres descobertos... sentidos... vividos.

E este momento que começou com curiosidade e brincadeira, se perpetuou por horas, até que as três, caíssem exaustas na cama, uma ao lado da outra, em um abraço mútuo.
No quarto só as paredes por testemunhas, e no olhar de cada uma delas, Aline, Andressa e Paula, a incerteza do futuro, mas a convicção das preferências... dos desejos, dos prazeres e da felicidade absorvida por elas.




  Cléia Fialho