Calmante para sua flama quente
os orvalhos do meu suor
transido em seu corpo
conduzindo-te à fonte do meu sulco
para beberes em minha vertente.
Desce a língua lenta,
lamba o suor que escorre
entre os seios abertos,
desça pela barriga quente
até o mato molhado
que já lateja te esperando.
Mergulha o rosto
na fonte aberta do meu sulco.
Bebe fundo.
Saboreia o gosto ácido e doce
que escorre quente
pelos teus lábios famintos.
Enfia a língua mais fundo,
chupa o clitóris inchado,
morde de leve os lábios úmidos
enquanto eu aperto tuas orelhas
e empurro tua boca contra a carne
que treme e se entrega.
Bebe até eu gozar na tua língua.
Bebe até o meu corpo inteiro
se contorcer e gritar
o teu nome em êxtase.
E quando eu escorrer
pelo teu queixo,
sobe e me beija
para eu provar
o meu próprio prazer
na tua boca molhada.
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