Tudo repousa
unido e acasalado
A natureza em
sinfonia de amor.
Corpos se tocam em
um abraço apertado
E os desejos se fundem
em um só calor.
A brisa sopra
suave e sedutora
E os corpos nus
se entregam ao prazer.
As mãos exploram
a pele quente e suada
Dedos deslizam
entre coxas abertas.
Lábios se buscam
com fome crescente
Línguas se enrolam
num beijo voraz.
O pau lateja
duro contra a carne
E a buceta molhada
se abre sem pudor.
Ele penetra
lento, fundo, intenso
Ela geme alto
arquendo a espinha.
O ritmo aumenta
selvagem, animal
Pele bate em pele
suando, escorrendo.
Gritos se misturam
ao vento da noite
Enquanto o gozo
explode em ambos.
Tudo repousa
de novo unido
Corpos esgotados
ainda pulsando de prazer.
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