TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

sábado, 5 de fevereiro de 2022

MEU SEXO PULSANTE



Um calor abrasador me invade, manifestando o meu desejo oculto
Que dentro de mim já não cabe de conhecer-te intimamente...
Desperta-me uma imensa vontade de explorar seu corpo
Inalar os odores da sua pele, mesclas de suor e tesão...

O roçar dos seus lábios excitam minha libido e retemperam meu sabor...
Quero enroscar-me em seu colo trocar pequenas carícias
Meu sexo pulsante tenta, advinhar a textura do seu...

E como chuva violenta de relâmpagos e trovões
Nossos corpos se misturam num espetáculo ímpar e grandioso!
Um calor abrasador me invade, manifestando o meu desejo oculto
Que dentro de mim já não cabe de conhecer-te intimamente...
Desperta-me uma imensa vontade de explorar seu corpo
Inalar os odores da sua pele, mesclas de suor e tesão...

O roçar dos seus lábios excitam minha libido e retemperam meu sabor...
Quero enroscar-me em seu colo trocar pequenas carícias
Meu sexo pulsante tenta, advinhar a textura do seu...

E como chuva violenta de relâmpagos e trovões
Nossos corpos se misturam num espetáculo ímpar e grandioso!




  Cléia Fialho

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

SOU COMO FERA NO CIO



"Aviso do perigo"
 ao ficar comigo
 para estar no comando,
 dizer-me: "eu que mando"
 tem que primeiro domar-me.

 Sou como fera no cio,
 vivo em arredio
 sem arreio... sem freio
 gosto de provocar
 e enlouquecer...

 Se o mesmo
 fizeres comigo,
 eu não consigo
 responder por mim,
 então sendo assim
 não mande me calar
 ou tapar a minha boca...

 Quando eu fico louca
 nem camisa de força
 me assegura
 logo abaixo da cintura
 começa um fogaréu,
 tamanho é o escarcéu...

 Labaredas de tesão,
 talvez... e (só talvez)
 sua pressão
 me domine e amanse...

 Me desbrave e alcance
 Ou agrave e me canse
 subjugue e vença
 e meu corpo te pertença
 obedecendo o seu comendo.
 Afa!!




  Cléia Fialho

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

ANIMAL SILVESTRE



Moleza eu não quero
 Rijeza é o que espero
 Vem chegando desse jeito
 Já estufando o peito

 Logo te sereno
 Destilando meu veneno
 Você quer mandar
 Eu posso até ceder

 Só para te ver gozar
 Te concedo o prazer
 Como vê meu querido
 Não faz muito sentido

 Querer ser o meu dono
 Meu senhor ou patrono
 Sou animal silvestre
 Danadinha e uma peste

 Sou mulher contagiosa
 Como uma epidemia
 De maneira bem gostosa
 Vai me querer todo dia!




  Cléia Fialho

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

MARCAS NO SOLO



Mãos atrevidas dedilham meu prazer
Deslizando por entre as minhas pernas
Língua afoita sem se deter
Solve gostoso minhas delícias internas.
 
Meu gato selvagem no cio
Que os urros ressoam no ar
Melopeia que causa arrepio
Devaneio felino ao acasalar.
 
Ninfa eu sou... deito e rolo
Recebo teu membro petrificado
No liso, macio rente ao solo
Ficam as marcas do quanto és amado...




  Cléia Fialho

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

TE JOGO NO SOLO



Dengosa como bebê
 Assim você me vê
Uma doce menina
 Que te encanta e fascina

Pode pedir que eu faço
 Você perder todo compasso.
Na dança do acasalamento
 Te farto e sustento

Mostro meu lado devasso
 Te mato em cansaço
Sento-me em seu colo
 E te jogo no solo.

Com minha boca carnuda
 Lambuzo sua vara pontuda
Você goza sem parar
 Em meus lábios a te sugar

Sôfrego me beija me diz:
 - Nunca ter sido assim tão feliz -




  Cléia Fialho

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

ORGASMOS VERTIDOS



Há por tudo uma afoiteza ardente
Quando nossos corpos se tocam
Puro êxtase, que tão vorazmente
Derrama quando os cios se chocam

Teu corpo dentro do meu, intenso desejo
E nos submerge a um mundo de paixão
Onde orgasmos vertidos em um só latejo
Desvelam nossa concupiscente tesão.




  Cléia Fialho

domingo, 30 de janeiro de 2022

TEU ESTRO NO MEU



Meus olhos brilham como chamas intensas
E a minha pele se arrepia ao te ver
Sei que contigo, viverei emoções imensas.
 
Teu estro no meu, é um louco prazer
Meu corpo é como um templo sagrado
Que te convida a entrar e a se perder.
 
Tu vens a ele, completamente desvairado

Em lascívia total, me faz estremecer.




  Cléia Fialho

sábado, 29 de janeiro de 2022

DESLIZANDO EM SEU CORPO



Deslizando em seu corpo eu me perco
E encontro tudo o que sempre quis
Um possuir ébrio e intenso
Nos teus lábios o sabor tem raiz.

Deslizando em seu corpo,
eu me perco e me encontro,
como se cada gesto teu
me reorganizasse por dentro.

E encontro tudo o que sempre quis
não como posse, mas como sentido,
como algo que em mim se revela
sem ter sido antes pedido.

Um possuir ébrio e intenso
que não aprisiona, apenas conduz,
feito mar que abraça a margem
e nela devolve mais luz.

Nos teus lábios o sabor tem raiz,
profundo, antigo, quase destino,
como se o gosto desse instante
já habitasse o meu caminho.

E assim sigo, entre entrega e vertigem,
sem saber onde começo ou termino…
apenas vivendo esse encontro
que me refaz, sereno e contínuo.





  Cléia Fialho