TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

sábado, 24 de setembro de 2022

ME ENTREGO E ME RENDO



Quero sentir teu gosto na minha língua
O sabor do teu íntimo de prazer infindo
Sentir teu corpo, suave e tão lindo.

Sob o toque do meu beijo fluindo
Sinto em teus olhos um querer tremendo
Na doce intimidade me entrego e me rendo.

Te amando e "mais" sempre querendo

Tua pele cheirosa, vou percorrendo.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

ALMA A DELIRAR



Corações a arder,
Olhares a se encontrar,
Noite de prazer,
Alma a delirar.

Pele a se aquecer,
Beijos a saborar,
Corpos a se entregar,
Amor a florescer.

Em êxtase profundo,
Coração a palpitar,
Mãos a se confundir,
Nada mais a importar.





  Cléia Fialho

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

CAVALGO O AMOR



Em sua boca eu derramo mel
 em seu braços derreto em calor
 em seu colo cavalgo o amor
 esculpindo seu deleitoso cinzel.

Em tua boca encontro o doce silêncio,
onde o desejo se torna presença e início,
e o tempo escorre lento, sem resistência,
feito promessa em plena evidência.

Em teus braços me dissolvo em chama,
um calor que chama e desprograma,
e já não sei onde termino ou começo,
sou apenas entrega no teu endereço.

No teu colo me encontro em vertigem,
onde o amor perde toda margem,
e se desenha, intenso e profundo,
como se fosse o centro do mundo.

E nesse gesto de pura escultura,
o instante se abre em doçura,
me moldando em prazer e emoção,
na forma viva da nossa paixão…





  Cléia Fialho

terça-feira, 20 de setembro de 2022

COMO FOLHAS NO CHÃO



Nas asas do sonho eu fui,
Voando alto, sem medo algum,
Mas nas nuvens a luz sumiu,
O encanto virou neblina e frio.

Nos campos que antes sorriam,
As flores já não me diziam,
A doçura virou saudade,
Restou apenas a verdade.

As promessas, antes tão belas,
Sumiram como folhas ao chão,
A confiança se partiu,
E o amor também se fugiu.

O vento já não traz calmaria,
Só um sopro de melancolia,
O campo já não tem cor,
Só silêncio e muita dor.

Meu coração, que era inteiro,
Agora é vazio e ligeiro,
Nas árvores secas do fim,
A tristeza mora em mim.





  Cléia Fialho

20 DE SETEMBRO - A CHAMA DA REVOLUÇÃO

Ninguém doma a esperança,
liberdade não se encilha.
Galopa livre em meu peito, 
um coração farropilha.



DIA DO GAÚCHO TCHÊ!



No alvorecer do vinte de setembro,
Ergue-se a chama que não se apaga,
No sul, um grito de bravura e encanto,
Onde maragatos e chimangos se embargam.

As campinas do pampa, vastas e livres,
Ecoam a voz dos que lutam sem temor,
Na Revolução Farroupilha, a coragem vive,
E o sonho de liberdade tem seu ardor.

Maragatos, com bravura em seus corações,
Lutam pela terra, pelo chão, pela pátria,
Enquanto chimangos, de convicções e razões,
Defendem o que acreditam, com garra e áurea.

O vento canta histórias de revolta e de glória,
De heróis que marcaram a história com valor,
Nos campos de batalha, a luta é memória,
E o espírito farroupilha se eterniza em amor.

Com bravura, a terra vibra e dança,
Em cada 20 de setembro, renasce o sonho,
A chama da revolução, com esperança,
Nos corações gaúchos, um eterno testemunho.




  Cléia Fialho

CHIMANGOS E MARAGATOS

Na Revolução de 1923, no Rio Grande do Sul, os ximangos eram os adeptos de Borges de Medeiros, que tentava a reeleição permanente aos governos do estado, com o "apoio do governo central (uma vez que este não tinha conhecimento da "política estadual")", enquanto os maragatos apoiavam Assis Brasil.

A Revolução de 1923 opôs republicanos (chimangos) e federalistas (maragatos) em um confronto militar que atravessou todo o ano e custou a vida de mil pessoas. O estopim do conflito foi a eleição para o cargo de Presidente do Estado do RS (equivalente ao atual cargo de Governador), ocorrido em novembro de 1922.

O lenço branco era um dos símbolos mais fortes do gaúcho, representando o seu orgulho e a sua honra. 
O lenço vermelho era usado pelos maragatos, que eram os revolucionários, símbolo de sua facção política
O lenço preto era usado para representar o luto. 



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Leonardo - Tertúlia


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Guri - César Passarinho e Grupo Inhanduí

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

domingo, 18 de setembro de 2022

MEU DOCE ENCANTO



Meu amor, meu doce encanto
Que a vida me deu com fervor
Sempre me guia a cada canto
É meu eterno, doce amor.

É meu eterno, doce amor
Sempre me guia a cada canto
Que a vida me deu com fervor
Meu amor, meu doce encanto.

Teu carinho é meu alento
No abraço, o meu abrigo
Com você, todo o momento
É um sonho que me persigo.

É um sonho que me persigo
Com você, todo o momento
No abraço, o meu abrigo
Teu carinho é meu alento.

Meu amor, meu doce encanto.




  Cléia Fialho

O Experimental Vaivém Nunix
é uma criação do  Poeta  Christiano Nunes