TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 22 de setembro de 2024

E QUANDO EU VOLTAR...



Meus olhos se perdem no horizonte distante
Onde o sol se põe em um mar de cores quentes
Meu coração se enche de saudade constante.

Pois, sei que em breve partirei para outras paragens
Mas mesmo longe, meu amor por ti não mudará
Pois, és a luz que ilumina meus dias mais sombrios.

E quando eu voltar, teus braços me acolherão

E juntos caminharemos rumo ao nosso futuro.




  Cléia Fialho

sábado, 21 de setembro de 2024

AMOR ENRAIZADO



Crepúsculo de tons dourados, amor obstino
Sob o céu que se incendeia, nosso destino
Caminhamos de mãos dadas, sem temor
No horizonte, a paixão cresce, nosso ardor.

A tarde se despe em tons de laranja e rubro
O amor, como o sol, torna-se matiz que juro
A brisa suave acaricia a pele, nos rendemos
Aos beijos doces e promessas que estendemos.

O sol se põe, e o nosso amor persiste
Como estrelas à noite brilham e assistem
Amor enraizado, nosso laço floresce
Em cada pôr do sol, o coração enriquece.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

O COMOS SUSSURRA EM LÍNGUAS




Nas asas da aurora, além do tempo e espaço,
O espírito errante busca o seu abraço,
Na quietude do ser, o eco do universo ressoa,
Mergulhando fundo, onde a alma se entrelaça.

A floresta sussurra segredos ancestrais,
Enquanto os raios de sol dançam nos rios e vales,
Cada folha, uma página de sabedoria antiga,
Cada vento, um mensageiro que a verdade divulga.

Na busca pela essência, nas trilhas da mente,
Voo entre constelações, etéreo e eloquente,
O cosmos sussurra em línguas de estrelas e fogo,
Revelando mistérios que apenas os sonhos desdobram.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

VÍCIOS QUE INVENTAMOS NÓS DOIS




No fim eu ainda tremo em teu cheiro,  
Amanhecendo em teus braços,  
Com teu nome no meu travesseiro,  
Desfeita nos teus laços.  

Antes disso, o ápice tardava,  
Eu te pedia mais, sem pudor,  
E teu corpo em mim cavalgava,  
Me levando ao teu calor.  

A gente se mordia de desejo,  
De um jeito doce e violento,  
Tua saliva era meu beijo,  
Meu corpo teu unguento.  

Horas sem relógio, sem pressa,  
Suada, sem me entregar por completo,  
Uma luta que não cessa,  
Meu corpo e o teu a se rasgarem de tanto se amarem.  

Quebramos todas as regras,  
Inventamos nossa prova,  
Deixamos as almas cegas,  
A cada vontade nova.  

Eram ais, eram sussurros,  
Gemidos em profusão,  
Urros que viram murmúrios,  
Na nossa imensidão.  

Sem vergonha me beijavas,  
Numa entrega infinita,  
Inteira eu me devorava em ti,  
De um jeito que só excita.  

O quarto à meia luz aceso,  
Teus brinquedos, teu perfume,  
Teu aroma me deixa presa,  
No teu doce lume.  

No começo, só nós dois,  
Fêmea e macho na arena do amor,  
Uma noite toda tua,  
Num clima sedutor.




  Cléia Fialho

terça-feira, 17 de setembro de 2024

A GROSSERIA E A FALTA DE EDUCAÇÃO

Quão ruim é a sua cara de quase bunda?


Esse comentário é um exemplo clássico de desrespeito e falta de empatia. 
Usar uma expressão pejorativa como "cara de quase bunda" não só é ofensivo, mas também revela uma atitude mesquinha e desconsiderada em relação aos sentimentos dos outros. 
Em vez de buscar uma comunicação construtiva e respeitosa, esse tipo de comentário apenas serve para ferir e desvalorizar. 
É importante lembrar que todos nós temos nossas inseguranças e desafios, e o respeito mútuo é fundamental para uma convivência saudável e harmoniosa. 
Se você se deparar com algo assim, a melhor abordagem pode ser ignorar ou responder com maturidade, buscando sempre elevar o nível da conversa e promover a compreensão.

É triste quando nos deparamos com a grosseria e a falta de educação de pessoas que nem sequer tiveram a oportunidade de nos conhecer verdadeiramente. 
Esse comportamento não é apenas um reflexo da falta de respeito, mas também revela uma profunda insegurança e uma necessidade de afirmar uma superioridade ilusória. 
Muitas vezes, essas atitudes são manifestações de problemas internos que nada têm a ver conosco, mas que acabam nos atingindo de forma injusta. 
A verdadeira educação vai além das palavras e ações superficiais; ela está enraizada na empatia e na capacidade de reconhecer a humanidade nos outros. 
Em vez de se deixar abalar por atitudes desrespeitosas, é essencial lembrar que cada pessoa carrega uma bagagem e que, muitas vezes, a nossa resposta deve ser a compreensão e o afastamento, preservando a nossa própria dignidade e paz interior.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

domingo, 15 de setembro de 2024