TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 26 de abril de 2026

ALMA SE EMBRIAGA



Te encho de prazer, num toque sedutor
Em cada carícia, desperto teu ardor
Entrelaçados, somos fogo e calor.

Sonhos ocultos, desejos proibidos
Saciam-se anseios _ os amigos
Na clandestinidade dos sentidos.

Provocam um fogo que não se apaga
Rendidos ao amor que se os afaga
Corpos se entregam, alma se embriaga.




  Cléia Fialho

O Experimental Decanato Poético é uma criação
da Poetisa Norma Aparecida Silveira Moraes
Linda interação do Amigo Poeta DUICE

Você se embriaga com a minha doçura
em cada gota derramada
entre seus lábios.
Licor de sexo e paixão
que queima sua garganta
de prazer. 

 GRATIDÃO 

sábado, 25 de abril de 2026

POEMA SUSSURRADO



No compasso da noite, segredos revelados,
Nossos gemidos ecoam como sinfonia,
Cada suspiro é um poema sussurrado.

Desvendamos desejos em gestos e carícias,
Como versos ousados em páginas de pele,
Nossos corpos são letras, formando delícias.

E nessa cumplicidade de prazer que se celebra,
Encontramos o êxtase, a paixão que nos liberta,
Tecendo em versos eróticos nossa história bela.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

Versos eróticos
que você sussurra para mim
como gemidos ardentes,
liberados com a urgência
da gratificação.
E assim você me confessa
todos os seus desejos,
escondidos onde o ardor
se transforma em doce saudade.

 GRATIDÃO 

sexta-feira, 24 de abril de 2026

SOU EU, NO FIM



Sou eu,
quem veste esta carne estranha,
que vibra, que arde, que sonha,
sem pedir permissão à razão.

Sou eu,
mesmo quando a mente divaga,
e a lógica, por vezes, se apaga
nas sombras do coração.

Este enigma que me habita,
me inquieta e me limita,
tem o gosto do eterno porquê...
Mas é meu. E sigo com ele,
mesmo sem entender o que é.

Não sou máquina nem decreto,
nem esboço de um projeto
de um deus feito em manual.

Sou caos, sou verbo imperfeito,
sou pergunta, sou defeito,
mas sou vivo, afinal.

E se não há consenso entre os dois —
o corpo que pulsa sem freio
e a mente que pede sossego —
eu danço neste meio
sem regra, sem apego,
tentando fazer meu próprio sinal.

Porque mesmo entre abismos e contradições,
entre choques, vontades, prisões…
sou eu — com todas as minhas versões —
quem responde por mim.
Sou eu, no fim.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

És tu
quem clama entre os versos,
quem geme poemas de desejo
quando sentes com paixão ardente
e gritas com fervor.
És tu
quem vibra no caos do fogo,
quem sente minha carne
rasgando e profanando a tua
sem descanso.

 GRATIDÃO 

quinta-feira, 23 de abril de 2026

SOMOS FOGO E PAIXÃO



No silêncio da noite a sós,
Corpos se encontram ardentes,
Na penumbra, os olhares cúmplices,
Segredos trocados, desejos crescentes.

Tua pele macia, sedutora e quente,
Minhas mãos a exploram com ternura,
Nossos lábios se unem num beijo lento,
E o tempo parece perder a sua medida.

Dança de nossos corpos, o desejo aflora,
Somos fogo e paixão, entrega sem fim,
Verso a verso, no amor que se explora,
Centelha de prazer, cada suspiro assim.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 22 de abril de 2026

terça-feira, 21 de abril de 2026

SEGREGANDO HISTÓRIAS



Caminhaste em silêncio, e eu te pressenti,
nos passos calados que o tempo guardou...
Na brisa que toca onde nunca te vi,
o teu pensamento em mim sussurrou.

As folhas dançavam, cúmplices da emoção,
segredando histórias escritas no ar.
E em cada instante, o meu coração
insistia em tentar-te alcançar.

Talvez o amor não se explique jamais,
mas mora onde o tempo não desfaz,
e se esconde nos gestos mais sutis.

Quando a solidão visita meu abrigo,
te escuto de novo — tão doce, tão amigo —
em versos que o vento me diz.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 20 de abril de 2026

TEU CORPO É VERSO QUE APRENDO DEVAGAR




Teu corpo é verso que aprendo devagar,
nas curvas que o silêncio não contém,
a boca busca o que a pele retém —
um fogo que só tu sabes acender...

Percorre cada traço do meu ser,
teus dedos, rios que ensinam a querer,
enquanto a noite nos convida a arder...

Deixamos cair qualquer disfarce frio,
teu nome é mar — e eu me entrego ao rio,
e cada beijo vira um lugar de haver...

Onde o desejo não precisa de nome,
tua voz me nutre quando a alma tem fome,
teu corpo é verso que aprendo devagar.




  Cléia Fialho

domingo, 19 de abril de 2026