Não quero sussurros, quero o teu grito
Quero que tua boca me cale com a força de um animal
Rasga a minha roupa, arranca qualquer pudor
Eu sou terra seca e tu és a tempestade de porra
Que vem para me inundar, me lavar, me possuir.
Sinto teu pau duro pressionando minha coxa
Um pilar de fogo que me faz latejar lá embaixo
Minha boceta está ensopada, aberta, implorando
Quero sentir cada veia tua pulsando contra as minhas paredes
Sem delicadeza, sem pausa, sem misericórdia.
Me joga contra a parede, me levanta no ar
Sinto teus dedos cravados na minha pele, deixando marcas
Enquanto tu me fode com fúria, estocada após estocada
O som da nossa carne batendo é a única música que eu ouço
Um ritmo bruto, visceral, que me faz perder o juízo.
Eu me rendo à tua força, mas te provoco com a língua
Mordo teu ombro, arranho tuas costas, te puxo para dentro
Quero que tu me preencha até que não sobre espaço para o ar
Que tu me use como teu brinquedo, tua escrava, tua fome
Até que meus gemidos se tornem súplicas de prazer.
E quando o ápice chegar, não segure nada
Goza fundo, jorra todo esse leite quente dentro de mim
Sinta minha pussy apertar, ordenhando teu pau até a última gota
Enquanto eu tremo, desmorono, me derreto em ti.
Não somos ecos, somos o próprio estrondo
Dois corpos em guerra, fundidos em suor e luxúria
Onde a única luz é o brilho da nossa pele molhada
E a única verdade é esse desejo que nos consome vivos.
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