No lençol revolto em que me moro,
Te chamo - vício meu, chama acesa,
Te quero todo, sem pudor, sem demora,
Boca na boca, a pele indefesa.
Não te deixo dormir, não hoje, não agora,
É sede antiga em brasa represada,
É fome que na boca se devora
E volta a si em força desdobrada.
E quando o corpo em arco te procura,
O mundo cai, o tempo se desfaz,
Sou toda impulso, toda formosura,
E me derramo em ti, profunda e inteira,
Deixando em nós a mesma marca audaz -
O gozo manso de quem persevera.
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Lindo poema. Me gusto mucho
ResponderExcluirPreziose memorie, che fanno parte di noi e del nostro vissuto....conserviamole con amore!
ResponderExcluirBuona domenica poetessa
Creo no se puede expresar con mas lirismo y belleza de lo que es un jardín de nuestra menoría.
ResponderExcluirSaludos.