Gravada em essência,
imune ao depois,
é chama perpétua,
somente de nós.
O primeiro suspiro,
a trama de um véu,
como segredo escrito
nas páginas do céu.
O eco escondido,
a luz que se abriu,
na trama do tempo,
o que ninguém viu.
O início moldado
em sonhos sem fim,
girando no vento,
chamando por mim.
O rastro marcado
por sombras e luz,
na pele do Éden,
onde me conduz.
Tinta indeleável,
um nome em fulgor,
escrito na brisa,
gravado em amor.
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Querida amiga Cléia,
ResponderExcluirExplorar como se manifesta a relação entre corpo e linguagem é o que mais desperta a natureza humana. Somos feitos de múltiplos prazeres... e o que nos eleva são os nossos sonhos... nascidos secos na mente, mas, que fluem para mãos úmidas de desejos.
Beijos!!!
Bom dia:- Entre suspiros aqui se lê poesia erótica do mais belo quilate. Deixo o meu aplauso e elogio.
ResponderExcluir.
Semana feliz. Saudações poéticas
.
“” Sonho de Amor““
.
Un sentimiento grabado para siempre en los corazones y que tu convertiste en un mágico poema.
ResponderExcluirSaludos.
The imagery of a perpetual flame and names written in the breeze is beautiful. Your poem has a wonderfully mystical, timeless quality to it, especially lines like "the weave of a veil" and "the hidden echo." It really captures that feeling of an internal, unchanging truth that stays with us through all of life's shadows and light. Thank you for sharing such a deeply evocative piece.
ResponderExcluirQue romántico poema. Te mando un beso.
ResponderExcluirBusco el pulso de la respuesta
ResponderExcluirEl leño que permanece
La llama que quema
Donde la piel permanece abierta.