TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

SEDENTA DE AMOR



Ao sonhar, suspiro, 
envolta em desejo
"Será que aqui 
encontrarei seu beijo?"

Sou flor que exala 
um doce fervor
Espero meu príncipe, 
sedenta de amor
Que ele me tome, 
sem hesitar
E em seus braços 
me faça ficar. 




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta A.S

O teu poema sabe-me a deserto…
e eu tenho sede!
Mas é na aridez deste deserto
onde se morre e renasce
quando nos abandonamos
nesta deliciosa loucura de amantes,
neste desejo feroz
náufrago de todos os sonhos
esvoaçando entre todos os gritos
como uma lingua de fogo insubmissa
que tudo incendeia
até arder o último suspiro da noite...

 GRATIDÃO 

    quarta-feira, 16 de novembro de 2016

    MEUS SONHOS POÉTICOS




      M- Mergulho no mundo da fantasia
      E- Explorando universos no meu pensar
      U- Uma jornada onde a poesia é guia
      S- Sob o manto das estrelas a brilhar

      S- Sigo a trilha dos sonhos no peito
      O- Olhos cerrados, alma a flutuar
      N- Nas asas da inspiração, me deleito
      H- Horizontes de versos a desvendar
      O- Olhar atento, sereno e profundo
      S- Sabor que transcende o mundo

      P- Pelas linhas da vida, vou tecendo
      O- O fio poético que me conduz
      E- Encanto e magia, vou oferecendo
      T- Tecendo sonhos, a luz da minha luz
      I- Inspirada na beleza que por assim
      C- Canta em rimas a alegria e a dor
      O- Onde o sonho e a poesia sem fim
      S- São as asas d'alma, meu voo interior.




      Cléia Fialho

    segunda-feira, 14 de novembro de 2016

    SONHOS NO VENTO



    Vem,
    teu corpo convida o meu a amar
    sem regras, sem ritmo marcado —
    só o pulsar do instante.

    Nos teus braços,
    o vento não sopra, acaricia.
    Os sonhos se vestem de pele,
    e cada toque,
    é promessa de flor que se abre.

    Brilha em nós
    o amor sem moldura,
    um fogo brando
    que arde onde a alma se revela.

    Tua risada é canto,
    meu suspiro, verso.
    Nos movemos como quem reza
    em silêncio,
    mas com o corpo inteiro.

    Não há fim para essa dança,
    quando o bem é beijo,
    e o respeito,
    um lençol que nos cobre de harmonia.

    E seguimos...
    germinando desejos,
    traçando passos certos
    sobre o chão do possível —
    até o céu se curvar
    ao ideal que te sonha em mim.





      Cléia Fialho

    domingo, 13 de novembro de 2016

    QUIMERAS DE UM FUTURO




    Broto floreado à espera de um mimo
     Lírica melodia refreada no leito
     Sopro lhano embargado no peito
     Renovando a flama de afeto sublimo.

     Fortalece o sentimento que outrora
     O ciclo da vida jamais suprimiu
     À noite poética dos lábios exprimiu
     De dia as odes magníficas tal aurora.

     No flagrante nossos espíritos se unem
     E as almas sorridentes se integram
     Nossos corpos ternos se assumem.

    Como crianças com doces se alegram
     Quimeras de um auspicioso futuro
     Externando nosso amor singelo e puro.




      Cléia Fialho

    quinta-feira, 10 de novembro de 2016

    MAREJANDO NESSE AMOR



    Marejando nesse amor
    As lágrimas caem em vão
    Tentando encontrar calor
    Sem nunca perder a emoção.
     
    Marejando nesse amor
    Vou em busca do querer
    Sem jamais perder o humor
    De que tudo possa se refazer.
     
    Marejando nesse amor
    Eu ainda sigo em frente
    Nos lábios um doce clamor
    Que a vida me faça contente.




      Cléia Fialho

    quarta-feira, 9 de novembro de 2016

    O INFINITO NO FINITO



    Meus pensamentos são estrelas no céu da mente
    Ideias que brilham e se entrelaçam sem fim
    Cada verso é um rastro de luz, um convite
    Para sentir o eterno pulsar dentro de mim.

    O sol nasce e pinta o dia com sua chama
    É o sopro da vida, o tempo a fluir
    No silêncio do amanhecer, encontro a paz
    Na harmonia do mundo a me conduzir.

    Na poesia d'alma, sou parte do mistério
    Tecendo sonhos com fios de luar
    E no efêmero, descubro o infinito
    Um universo inteiro a me iluminar.





      Cléia Fialho

    domingo, 6 de novembro de 2016

    SERENO NOTURNO



    Na noite estrelada, o céu a brilhar
    A lua e as estrelas, um manto a adornar
    No silêncio do breu, os sonhos a voar.
     
    Na magia do momento, o mundo a encantar
    As sombras dançam sob a luz do luar
    E o coração se perde, a paixão a despertar.
     
    Neste doce instante, sem medo de errar

    No sereno noturno, o amor a se banhar.




      Cléia Fialho

    sábado, 5 de novembro de 2016

    A PELE DA POESIA 




    Cada estrofe um toque, um afago, um convite
    No compasso dos versos, a paixão se agita
    As palavras se laçam, em ritmo e harmonia
    Explorando a sensualidade, a cada verso irradia.
     
    A pele da poesia se arrepia, ávida de prazer
    Envolta em metáforas, a sensualidade a se tecer
    A língua poética explora os desejos mais íntimos
    Nas entrelinhas, o êxtase, os suspiros inauditos.
     
    Cada verso é um beijo, molhado e provocante
    As sílabas se entrelaçam, num jogo instigante
    As vogais sussurram segredos no ouvido
    A melodia poética, um convite atrevido.




      Cléia Fialho

    sexta-feira, 4 de novembro de 2016

    SENSAÇÕES INEBRIANTES



    Um turbilhão
    Sensações inebriantes
    Tesão flamejando
    A cada instante

    Espasmos delirantes
    Abrasada de desejo
    Quero o gozo
    Em chamas
    Entrego-me ao prazer
    Louco e deleitoso
    Devaneio Saboroso!

    Corpos em febre
    na dança envolvente
    Beijos que queimam
    na pele ardente

    Sussurros ousados
    em tom provocante
    Mãos percorrendo
    caminhos vibrantes

    No compasso louco
    de tanta emoção
    Corações pulsando
    na mesma paixão

    Entre gemidos
    e sonhos sem fim
    Teu fogo aceso
    incendeia em mim.





      Cléia Fialho

    Linda interação do Amigo Poeta Clip

    Compartilho aquele turbilhão de fogo
    na noite escura,
    almas queimam e a pele fica nua.
    Sombras e cinzas dançam no vento,
    sussurros da lua, ardor no tempo.

    Esses rios de lava,
    São o desejo ardente,
    Os beijos são leves
    entre sombras etéreas.
    Eco de um sonho,
    batimento cardíaco ardente,
    cinza e brasa
    no mesmo gemido.

     GRATIDÃO 

      quinta-feira, 3 de novembro de 2016

      SOMOS PRAZER



      No toque quente a pele estremece
      Teu corpo é chama que não esmorece
      Em teu olhar um fogo que me invade
      No jogo intenso que nos traz verdade.

      E somos dois na mesma liberdade
      Teus lábios dançam em doce vontade
      Me lambem com desejo que cresce
      Em cada beijo a luxúria acontece.

      O mundo para quando estás comigo
      O tempo é nada no pulsar dos atos
      E o universo gira ao som do abrigo.

      De nossos corpos em laços exatos
      Somos prazer no mais puro perigo
      Eternidade em gemidos intactos.




        Cléia Fialho