TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





sábado, 6 de agosto de 2022

UNIVERSO DO GOZO




O gozo é cosmos em expansão,
galáxias que se abrem em gemidos,
planetas que giram em febre,
constelações que se erguem em suor.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

ALEGRIA COM MAGIA




Na dança da vida, a alegria nos vibra
Nas cores do mundo, uma paleta d fibra
Risos ecoam, como notas de uma sinfonia.

terça-feira, 2 de agosto de 2022

COMO A FÊNIX RENASCIDA





Olhares que se encontravam, adeus, sai
O afeto que florescia... agora se esvai
O desamor é um silêncio que grita n'alma
Canção desafinada, uma ferida, um trauma.
 

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

domingo, 31 de julho de 2022

PELE A PELE





Na penumbra, pele a pele a vibrar
Corações em compasso acelerado
Em nossos corpos, a paixão a inflamar
Desejo ardente, fogo instigado.
 

sábado, 30 de julho de 2022

INFERNO DO PRAZER




O prazer é fogo sem clemência,
um inferno que arde na pele,
devorando cada suspiro,
consumindo cada limite.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

O MISTÉRIO DO COSMOS




No silêncio da noite, a lua brilha amena
As estrelas cintilam em dança etérea, plena
O universo revela sua beleza, serena

quinta-feira, 28 de julho de 2022

PAIXÃO SEM MEDIDA




Quero e como eu quero
 O seu toque em minha pele
 Onde cada poro meu sobeja e expele.

 

terça-feira, 26 de julho de 2022

CHUVA DE DELÍRIOS



A noite se abre em dilúvio,
chuva de delírios escorrendo pela pele,
cada gota é vertigem,
cada respingo, um grito contido.

Os corpos se tornam nuvens pesadas,
despejando segredos em torrentes,
e o prazer cai como relâmpago,
rasgando o silêncio em clarões.

Não há abrigo, não há refúgio,
apenas a entrega ao dilúvio,
onde o desejo é rio sem margens
e o gozo, enchente que nos arrasta.

Na chuva de delírios,
somos tempestade em carne viva,
somos vertigem que não se contém,
somos eternidade em combustão.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 25 de julho de 2022

ETERNIDADE A ALÇAR




Nas folhas do tempo,
Os poetas entornaram,
Suas palavras e almas,
Ao vento esvoaçaram.

No palco das estrelas,
Seus versos ecoaram,
Eram sábios do sentir,
D'alma e do amor.

Cantaram a vida,
Até a dor,
Com muito fervor,
Suas belas letras como rios.

Fluíram sem cessar,
No oceano da poesia,
A eternidade a alçar,
Nas folhas do tempo.





  Cléia Fialho

domingo, 24 de julho de 2022

sábado, 23 de julho de 2022

OCEANO DA CARNE




A carne se abre como mar profundo,
ondas de vertigem se erguem em gemidos,
correntes arrastam sem piedade,
e cada toque é naufrágio inevitável.

quinta-feira, 21 de julho de 2022

DESEJO ARDENTE





Ofegante, mergulho em anseios carnais,  
Meu ser consome-se em chamas de paixão,  
Cada pensamento é um turbilhão,  
E a presença queima, me rouba a paz.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

CELEBRAÇÃO POÉTICA




Rodopiando em círculos, as palavras vão
Sons e sílabas em um melancólico refrão
Ecoando em um ritmo hipnótico sem fim

terça-feira, 19 de julho de 2022