TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

quinta-feira, 26 de março de 2015

DEGUSTAÇÃO PROIBIDA


Venha… me ofereço inteira, entre sabores de tentação, sou recheio pronto para tua boca, sou delícia que te chama.

Saboreia-me, devora-me, lambe, morde, suga, meu néctar escorre, te espera como vinho raro.

Quero provar tua pele, sentir teu cheiro, degustar cada pedaço teu, te dar prazer sem pressa, como especiaria fina, como banquete secreto.

Minha boca faminta te envolve, tua carne rígida pulsa quente, sou fome de ti, sou gula sem limites.

Quando teu creme jorrar em mim, quero cada gota, quero tua explosão, quero tua essência em minha boca.

E tu me saboreias também, descobrindo minha gruta, lambendo meu grelinho, provocando gemidos, meus quadris rebolando, meu mel escorrendo, meu corpo em vulcão.

Somos dois em um só corpo, sem fronteiras, sem tempo, dominando e sendo dominados, perdidos em luxúria.

Não importa o lugar, não importa a hora, importa apenas o gozo misturado, nosso êxtase.





  Cléia Fialho

quarta-feira, 25 de março de 2015

FOGO NO SOFÁ



Banho tomado, corpos separados, mas no sofá o destino nos uniu.
Um filme passava, mas tua mão ousada subia por minhas pernas, meu arrepio denunciava o desejo.

Teus dedos exploravam por cima da calcinha, logo entravam, quentes, penetrando minha fenda.
Minha vontade era rasgar a roupa, mas contive, paciente, até tua boca encontrar a minha.
O beijo era febre, melhor que antes, cinco anos não apagaram o fogo.

Na cama, teus lábios desciam, meus seios, minha barriga, até tua língua mergulhar em minha gruta.
Meu corpo se contorcia, meu grelinho era alvo de tua boca faminta, meus gemidos eram delírio.

Minha mão buscava teu falo, quando o senti rígido, minha boca queria provar.
Lambi, mordi, suguei, como se fosse manjar eterno.
Mas eu queria mais: queria sentir-te inteiro dentro de mim.

Tu lias meu pensamento, me puxaste, me invadiste, teu pau todo em minha boceta, me deixando louca, brincando com a cabecinha, provocando-me até implorar por força.

E assim foi: estocadas firmes, suor escorrendo, meu sonho se realizava, eu era tua putinha, tua safada, rebolando gostoso em tua carne.

E ainda, em silêncio, meu corpo ardia de vontade de sentir-te também em meu bumbum.
Desejo escondido, luxúria sem fim, fogo que nunca se apaga.





  Cléia Fialho

terça-feira, 24 de março de 2015

QUANTAS VEZES PENSANDO EM MIM



A luz da rua cortava o quarto em fatias laranja, e você olhou para o chão antes de falar.

— Quantas vezes você se masturbou pensando em mim?

Sua voz falhou na última palavra. 
O silêncio que veio depois foi absoluto — a casa inteira parecia prender a respiração.
Ela não desviou o olhar. 
Os olhos escuros pesaram sobre você por um tempo que doeu.

— Vinte e três.

O número saiu exato, seco, como se ela já tivesse contado antes. 
Você abriu a boca, mas ela já estava se movendo. 
As mãos agarraram seus ombros e suas costas bateram na parede com um baque surdo. 
A coxa dela pressionou o meio das suas pernas, o tecido da calça quente contra você.

Você segurou os quadris dela com as duas mãos, os dedos cravando a carne por cima da roupa. 
Ela soltou o ar devagar, os olhos fixos nos seus, e puxou sua camisa por cima da cabeça, jogando no chão.

A camisa voou para o canto escuro. 
Ela já estava arrancando a sua calça, os dedos rápidos no botão, no zíper, puxando o tecido pelas suas coxas até você ficar só de cueca, o pau duro marcando o algodão. 
Você tentou alcançar a blusa dela, mas ela empurrou seu peito com a palma aberta e você caiu de costas no colchão, o corpo afundando no lençol frio.

Ela tirou a própria roupa em dois movimentos 
— blusa por cima da cabeça, calça jogada no chão com um chute. 
A luz da rua pintou as sardas nos ombros dela de laranja, os seios pesados balançando quando ela subiu na cama e montou sobre você, os joelhos cravados no colchão dos lados dos seus quadris.

A boca dela desceu no seu pescoço 
— língua quente, dentes mordendo a pele logo abaixo da orelha. 
Você gemeu, as mãos subindo pelas costas dela, sentindo os músculos se moverem sob a pele. 
Ela lambeu a marca que deixou e soprou ar quente, e você sentiu os dedos dela abrirem suas nádegas, as unhas arranhando de leve.

— Vinte e três 
— ela sussurrou contra seu ouvido. 
— E agora vou te foder cada uma delas.

A mão dela desceu entre os corpos e agarrou seu pau, guiando a cabeça molhada de volta para a entrada da boceta. 
Você sentiu os lábios carnudos se abrirem, o calor úmido engolindo a glande, e ela desceu de uma vez até a base, a boceta apertada espremendo cada centímetro. 
O som que saiu da sua garganta foi um gemido rouco, os quadris empurrando para cima por instinto.

Ela começou a cavalgar.
Rápido. Brutal. 
As coxas grossas batendo nas suas com estalos molhados, o líquido vaginal escorrendo pela base do pau e ensopando seus pelos. 
Ela subia até a glande quase escapar e descia com força, os músculos da boceta apertando a cada descida, tirando outro gemido seu, mais alto, mais quebrado. 
Você agarrou os seios dela com as duas mãos, os polegares esfregando os mamilos duros, e ela jogou a cabeça para trás, o cabelo preto balançando na altura do queixo.

— Isso, geme pra mim 
— a voz dela saiu autoritária e calma, mas a respiração estava presa no peito.

Você empurrou os quadris para cima, encontrando as estocadas dela no ar, o pau batendo fundo, e ela mordeu seu ombro 
— os dentes cravando na pele, a dor quente se misturando com o prazer. 
O gemido abafado dela vibrou contra sua carne, e você sentiu a boceta pulsar ao redor do seu pau, os espasmos do orgasmo dela espremendo você.

Seu corpo arqueou. 
Você agarrou os quadris dela e meteu fundo uma, duas, três vezes, e gozou com um gemido alto, o esperma quente jorrando contra o colo do útero enquanto a boceta dela apertava e pulsava, tirando cada gota.
O pau escorregou da boceta e o esperma escorreu pelas coxas dela.

Ela deslizou o corpo suado sobre o seu peito, a pele quente grudando na sua, e você sentiu o esperma escorrer das coxas dela e pingar morno no seu ventre. 
A luz da rua cortava o quarto em laranja, iluminando as sardas nos ombros dela. 
Você passou a ponta dos dedos por cada uma, o toque leve e lento, e ela respirou fundo contra o seu pescoço. 
Com a voz rouca e gasta, ela sussurrou o número exato no seu ouvido. Você fechou os olhos.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 23 de março de 2015

CHEIRO DE PECADO


Teu aroma de macho desperta meus instintos,
nua diante de ti, coxas abertas,
sentada na cama, obscena e entregue,
acaricio minha fenda, provoco teu desejo,
incendio tua libido com meu ritual de prazer.

Minha gruta úmida pulsa em ondas, sou gemidos, suspiros, delírio sem fim, meu corpo se abre em febre, sou chama que te enlouquece.

Quero tua boca buscando a minha, teu falo rígido invadindo minhas entranhas, entrando e saindo em ritmo indecente, profundo, arrebatador, nos envolvendo em luxúria, nos consumindo em êxtase.

Teus estocadas me rasgam em delírio, meus quadris se movem em frenesi, sou tua presa, tua fêmea, tua luxúria.

Cada gemido é um grito de entrega, cada gozo é um incêndio que nos consome. Minha boca busca teu sabor, meu corpo implora tua invasão.

Tu me dominas, eu te devoro, somos feras em cio, perdidos em prazer sem limites.

E quando teu gozo explode em mim, sou vulcão, sou cachoeira, sou abismo.





  Cléia Fialho

domingo, 22 de março de 2015

TEU DOMÍNIO EM MIM


Teu cheiro me enlouquece,
meu corpo desperta só de te sentir.
Estou nua diante de ti,
coxas abertas, entregue, obscena,
provocando tua fome de macho.

Minha boca implora a tua, minhas mãos buscam tua pele quente, arde em mim o desejo de te possuir. Toco teu pau rígido, sinto o calor pulsando, provoco até perderes o controle.

Quero lamber tua cabeça, sentir teu gosto em minha língua, te ouvir gemer em minhas mãos. Minha boca desafia teus pudores, engole tua carne inteira, entrando e saindo em ritmo indecente, profundo, selvagem, arrebatador.

Sou tua mulher, tua luxúria, me entrego, me abro, te consumo até o êxtase. E quando teu gozo se mistura ao meu, não há começo nem fim, apenas nós dois, perdidos em prazer sem limites, selvagens, famintos, eternos.





  Cléia Fialho

sábado, 21 de março de 2015

EU TE QUERO TODO


Vem aqui...
Deixa-me explorar teu corpo,
acariciar teu peito firme,
beijar tua pele quente,
saborear o gosto da tua boca, 
afogar-me nas ondas do teu desejo.

Vem agora… Faz de mim tua fonte de prazer, desliza por minhas curvas, aquece meu ventre com teu calor, roça tua carne na minha, ancora nos meus lábios, enquanto minha língua faminta desafia teus limites.

Vem depressa… Escorre devagar, pincela meu rosto com tua rigidez, deixa o perfume do teu gozo invadir minhas narinas, alimentando meu instinto selvagem.

Venha meu bem… Deita-me, abre-me, consome-me, faz do meu corpo teu brinquedo proibido, explora, devora, me leva ao caos, arranca de mim gemidos profundos, faz-me gozar até perder a razão, inunda minhas entranhas com teu néctar quente.

E quando nossos corpos se fundirem, não haverá começo nem fim, apenas luxúria sem fronteiras, prazer selvagem, êxtase arrebatador.





  Cléia Fialho

sexta-feira, 20 de março de 2015

INCÊNDIO NA PELE



Entro no espaço e o ar já queima.
Meu corpo ainda úmido da noite,
meus olhos te procuram, meus lábios te chamam.

Teu olhar me despedaça, teu desejo me desnuda.
Cada gesto abre caminho, cada toque acende faíscas.
Meus seios se erguem sob tua fome, meus mamilos se tornam brasas.
Minha carne se abre em convite, minha fenda pulsa em espera.

Tua língua percorre meu segredo, tua boca devora minha febre.
Eu me arqueio, eu me entrego, sou selvagem, sou tua, sou fogo.
Tu me invades com força, teu corpo se funde ao meu.
Ondulo, cavalgo, mudo posições, sou cachorrinha, sou rainha, sou abismo.

Meus seios balançam livres, tuas estocadas me fazem vibrar.
O ritmo cresce, o clímax explode, gemidos se cruzam, gozos se misturam.
No fim, somos apenas dois corpos, marcados pelo prazer,
consumidos pela luxúria, devorados pelo incêndio da pele.




  Cléia Fialho