TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

quarta-feira, 12 de julho de 2017

[...] ÊNCIAS




Concupiscências fervem sob a pele tensa,
dedos traçam saliências endurecidas pelo toque,
bocas famintas lambem as evidências do fogo,
um pulsar que implora por experiências profundas.

Saliências se erguem como montes vivos,
línguas circundam proeminências latejantes,
evidências de um rio úmido que escorre livre,
essências misturadas em suor e gemidos roucos.

Experiências de carne colidindo em ondas,
proeminências que penetram o núcleo quente,
concupiscências que explodem em arrepios,
saliências marcadas por unhas e mordidas.

Essências se fundem no clímax voraz,
evidências de prazer espalhadas na pele exausta,
proeminências que descansam, ainda pulsantes,
experiências eternas de desejo insaciável.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 10 de julho de 2017

MEU AMOR



O meu amor, a mão amiga
A minha paixão
É a minha guarida.

Nos dias de tempestade,
és abrigo e calmaria,
o abraço que acolhe
minha alma vazia.

Teu olhar ilumina
os caminhos do coração,
feito estrela que dança
na mais doce imensidão.

E quando o mundo pesa
sobre os ombros meus,
teu carinho me envolve
junto aos braços meus.





  Cléia Fialho

sábado, 8 de julho de 2017

ARDOR





Luxúria desperta no escuro da alcova,
amor se mistura ao suor que escorre lento,
sabor de pele salgada na língua ávida,
calor de coxas entrelaçadas em fúria.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

UM TOQUE



Um toque e um carinho,
suave como brisa em pele nua,
várias taças de vinho
desatam os nós da alma contida.

Corpo fica em desalinho,
se entrega ao teu mapa de calor,
mãos que dançam lentas,
vinho tinto correndo em veias livres.

Toques que acendem estrelas no peito,
carinhos que dissolvem o mundo lá fora,
desalinho doce, onde nos perdemos inteiros,
amor líquido, eterno no teu abraço.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 5 de julho de 2017

MÃOS OUSADAS




As mãos ousadas passeiam atrevidas
Os lábios aderem do botão o sabor
A libido expele luxúrias sentidas
Exalando o aroma inebriante da flor.


Despertando lascívias adormecidas
Sugando em suas pétalas o ópio calor

No corpo poções desmedidas
Prazeres selvagens de amor
Volúpias derramadas em doce licor
Saciando as lubricidades bebidas.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUlCE

Mãos ousadas
agarram a carne,
abrindo a flor oferecida,
úmida de desejo.
A língua
desliza suavemente,
e os dedos penetram,
liberando seu gemido.

 GRATIDÃO