TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 15 de novembro de 2015

sábado, 14 de novembro de 2015

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

SÓ O DESEJO RESPIRA



Corpos que se encontram,  
como asas em voo secreto,  
onde o tempo se dissolve  
e só o desejo respira.  

O toque é chama,  
um sussurro que percorre a pele,  
um arrepio que desperta mundos  
guardados na alma.  

O agora é infinito,  
feito de olhares que se despem,  
de silêncios que se tornam música,  
de beijos que são eternidade.  

E nesse instante suspenso,  
somos fogo e ternura,  
somos entrega e vertigem,  
somos amor que arde  
sem jamais se apagar.  




  Cléia Fialho

terça-feira, 10 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ARREPIO QUE PERCORRE O CORPO



Em mim, a paixão se revela,  
como chama que desperta na pele,  
segredo que se abre em silêncio,  
sopro que se torna vertigem.  

Revela o segredo que o coração guarda,  
desejo que pulsa escondido,  
arrepio que percorre o corpo,  
fogo que insiste em nascer.  

Guarda a promessa que a vida anseia,  
encontro sem limites,  
instante que se prolonga,  
universo que cabe no toque.  

Anseia o toque que nunca se tarda,  
beijo que devora o tempo,  
olhar que desnuda a alma,  
abraço que se torna eternidade.  




  Cléia Fialho

domingo, 8 de novembro de 2015

SOPRO QUE INVADE A PELE



No vento, o amor nos chama,  
sopro que invade a pele,  
arrepio que percorre,  
desejo que não se contém.  

Chama-nos a alma,  
na busca sem fim,  
onde cada olhar se despede das palavras  
e se transforma em vertigem.  

Fim que se apaga ao toque da chama,  
quando o corpo se abre em silêncio,  
o tempo se dissolve  
na urgência de estar presente.  

Chama que acende o desejo em mim,  
fogo que não se apaga,  
luz que nos envolve,  
eternidade que pulsa  
no instante da entrega. 




  Cléia Fialho

sábado, 7 de novembro de 2015

CONVITE AO DELÍRIO



Ardência incandescente fulgura,
no sopro da pele que arde,  
onde o silêncio se curva em desejo,  
e cada gesto é chama que se abre.  

Lábio açucarado vira labareda,
desenhando segredos na carne,  
um arrepio que se expande,  
um convite ao delírio da tarde.  

Carícia tênue incendeia,  
como brisa que se torna incêndio,  
um toque que se prolonga,  
um instante que nunca é efêmero.  

Vulto fuzilante consome,  
na dança de corpos em transe,  
arquitetando tramas lascivas,  
onde o prazer é quem comanda.  

E no ardor que se perpetua,  
a poesia se faz pele,  
a pele se faz universo,  
e o universo se faz chama.  




  Cléia Fialho