terça-feira, 27 de julho de 2021
domingo, 25 de julho de 2021
O PRAZER QUE ME ENLEIA
Que o prazer que me enleia seja intenso,
Que me faça perder a noção do tempo e espaço,
Que o prazer que me enleia seja completo,
Que me faça suspirar e gemer de emoção.
Que o prazer que me enleia seja suave,
Como uma brisa que acaricia o meu rosto,
Que a nossa intimidade seja a chave,
Que abre as portas desse paraíso proposto.
Que o prazer que me enleia seja eterno,
Que juntos possamos viver essa emoção,
Que o prazer que me enleia seja o nosso laço,
Que nos una numa só vontade de amar.
Que o prazer que me enleia seja imenso,
Que nos faça perder a noção da razão,
Que o prazer que me enleia seja contundente,
Que nos faça vibrar com cada toque e malícia.
Que o prazer que me enleia seja infinito,
Que podemos sentir a cada respirar,
Que o prazer que me enleia seja eterno,
Que jamais se desvaneça ou termine.
Que o prazer que me enleia seja o nosso laço,
Que nos faça delirar e em êxtase nos levar,
Que o prazer que me enleia seja completo,
Que nos faça suspirar e gemer de emoção.
sexta-feira, 23 de julho de 2021
EM TEU COLINHO
Abraço apertado e gostosinho,
hum… beijinhos molhadinhos,
aninhada em teu colinho.
Teu corpo junto ao meu
desperta fogo mansinho,
e o desejo vai crescendo
no calor do teu carinho.
Teus dedos passeiam lentos
pela curva do caminho,
arrancando dos meus lábios
suspiros baixinhos.
Teu beijo tem gosto intenso,
vinho doce, proibidinho,
e eu me entrego sem pressa
ao querer do teu jeitinho.
Entre carícias e silêncios,
pele quente, arrepio fininho,
me perco toda em teus braços…
e amanheço no teu ninho.
quinta-feira, 22 de julho de 2021
LAR DA MINH'ALMA
Em teus braços
Encontro o lar da minh'alma
Amor que transcende.
Teu toque desperta
Fogo lento na pele nua,
Ondas de desejo que se entrelaçam
Como rios quentes sob a lua.
Lábios famintos devoram o silêncio,
Corpos se fundem em êxtase eterno,
Suspiros ecoam no vazio sagrado,
Onde o prazer é hino, sem fim, sem inferno.
quarta-feira, 21 de julho de 2021
SOMOS VERSOS E RÍTMOS
Na penumbra, nossos corpos se entrelaçam
Na dança do desejo, entregues à paixão
Cada toque é fogo, chama que nos abrasa.
Teus lábios nos meus, num beijo sem fim
Caminhando nas trilhas da luxúria
Somos versos e ritmos, enlaçados assim.
O tempo se dissolve no suor que arde,
e o silêncio vibra entre os dois corpos,
como se a noite em segredo guarde
segredos antigos de amores tão novos.
Teu olhar me puxa sem pedir licença,
e eu me perco inteiro nesse abismo aberto,
onde a pele pensa e a entrega pensa,
e o mundo lá fora já não tem mais centro.
terça-feira, 20 de julho de 2021
A LUXÚRIA QUE FLUI
Uma ciranda de luxúria
Seduzindo corações em fúria
Onde desejos dançam à luz do luar
Na noite, o desejo ousa se revelar.
Cada passo é um convite à tentação
Numa dança que desperta a paixão
Olhares são fogo que arde sem fim
Luxúria se tece num ritmo sem fim.
Vestidos de seda e olhares ardentes
Segredos sussurrados eminentes
Nessa ciranda proibida de prazer
E a noite nos deixa enlouquecer.
Ciranda de luxúria um esplendor
Uma dança dos desejos sem temor
Os corações se entregam ao pecado
Os anseios mais profundos revelados.
A paixão, fogo que queima e consome
Conexão é onde resoa o nosso nome.
domingo, 18 de julho de 2021
POESIA MALUCA
Na praia do céu, um espelho se quebra
Peixes de palha flutuam no ar
A lua gargalha, de dentro da névoa
E o gato faz versos que o tempo vai tocar.
As nuvens são feitas de açúcar e limonada
Ventos sussurram segredos de conchas mágicas
As estrelas cantam canções de lã tricotada
Rios de fogo fluem como enigmás rimadas.
Os relógios derretem como gelo em um forno
O tempo dança um tango de cores incertas
Jardim dos espelhos, um unicórnio é suborno
A refletir sonhos e realidades desertas.
A cidade é um labirinto de sombras distorcidas
Onde portas levam a lugares inatingíveis
A mente flutua em águas nunca antes vistas
Enquanto o surrealismo tece sonhos incríveis.
Num mundo onde o absurdo e o lúdico se faz
A poesia maluca dança em sua própria canção
Um espelho quebrado, a realidade se desfaz
E na imaginação, encontramos a nossa visão.
sexta-feira, 16 de julho de 2021
MEU JEITO INERENTE
Lanço mão no papel
Tal como quadro e pincel
Minhas lascivas escritas
Minh'alma inquieta levita.
Retrata translúcido viver
Reflete intenso prazer
A cada estrofe dos versos
Viço explícito imerso
Um toque sutil delicado
Poemas uns tão ousados
Rimas deveras fogosas
Trovas demais buliçosas.
Enfim, o que fica marcado
Como no corpo tatuado
É mesmo o meu jeito inerente
A luxúria sempre imanente.
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