segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
O CORAÇÃO É A BÚSSULA
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domingo, 8 de janeiro de 2023
POEMA DA VIDA
F-lor que desabrocha na alvorada
F-olhas dançam com a suave brisa
F-é que cresce, como semente plantada
F-irmes laços que o tempo não concisa.
F-ios de ouro tecem a luz do entardecer
F-ábulas se entrelaçam na noite a findar
F-ogos de artifício, estrelas a acender
F-estejam contos que o universo vem contar.
F-ios do destino, emaranhado de emoção
F-ascínio que transcende, sem explicação
F-ragmentos de sonhos, na vastidão
F-ormam o poema da vida em expansão.
O Experimental PoeRima é uma criação
da Poetisa Fernanda Xerez
sábado, 7 de janeiro de 2023
CHAMA DA PAIXÃO
Chama da paixão, o coração se inflama
Fogo que consome, deixa rastros sem drama
Emoções intensas que incendeiam a alma.
Fogo que consome, deixa rastros sem drama
Emoções intensas que incendeiam a alma.
Na dança dos corpos, a paixão se revela
Em cada toque, a entrega se desvela.
Um desejo intenso que nos consome
Encontro dos olhares, a paixão se acende
Em cada suspiro, o coração se rende.
Um fogo que arde e não se contém
Chamas dançam, corações se incendeiam
Na paixão ardente, desejos que não se freiam.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
POESIA FLAMEJANTE
No jardim do afeto, a flor do carinho
Desabrocha em cores, doce como vinho
No suave toque, um versar murmurinho.
Desabrocha em cores, doce como vinho
No suave toque, um versar murmurinho.
Tece laços ternos, como um destino
No abraço terno, um quente ninho
Suave melodias do coração sozinho.
No calor da chama, a paixão se acende
Corações em dança, onde o amor se prende
Em versos ardentes, o desejo transcende.
No peito a chama, ardente paixão
Poesia flamejante, amor em canção.
terça-feira, 20 de dezembro de 2022
SOMBRAS DE DESEJOS
Em sombras de desejos,
palavras obscenas,
no sussurro noturno,
revelam-se cenas.
Entre lençóis de seda,
peles que ardem,
o corpo responde ao que
as palavras aguardem.
Bocas se aproximam
sem pressa de chegar,
há promessas no ar
que aprendem a queimar.
O toque escreve versos
na margem da razão,
e cada arrepio é sílaba
latejando tentação.
O tempo se desfaz
no calor que nos prende,
gemidos são poemas
que a pele entende.
E no silêncio depois,
ainda em brasa e fervor,
fica o eco do desejo
recitando o amor.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
domingo, 18 de dezembro de 2022
sábado, 17 de dezembro de 2022
ATÉ QUE EU ME ACABE
Decifra-me…
libidinosamente.
Conclua-me…
pervertidamente.
Completa-me…
depravadamente.
Finaliza-me…
exageradamente.
Até que eu me acabe
em múltiplos orgasmos,
dissolvida em espasmos de luz,
palavra desfeita em gemido,
sentido que transborda
do verso para a pele.
Que eu me perca inteira
no excesso do teu querer,
até não restar silêncio —
apenas o eco quente
do prazer que me escreve
por dentro.
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