domingo, 7 de janeiro de 2024
sábado, 6 de janeiro de 2024
SONATA DA VIDA
A-o amanhecer, a aurora desenha o céu
E-ntre estrelas, o esplendor revela o véu
I-mponente, a esperança se ergue como farol
O- universo acena com um convite sem igual
U-nindo almas, sonata da vida, ode celestial.
Belíssima interação do amigo e insigne poeta Solano BrumA cigarra canta ao entardecer;
O vento, ulula ao raiar o dia;
Na ostra, um Maestro vive a reger,
Uma interminável melodia!
GRATIDÃO
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
REFLEXOS DE FORÇA
Em terras áridas,
onde o sol queima a pele,
sobreviver é arte,
um desafio que trivela.
Raízes profundas
na busca do que impele,
reflexos de força
na luta que se revela.
Entre pedras e silêncios,
o sonho insiste e não se rende,
feito semente teimosa
que no deserto floresce e ascende.
Há suor que vira rio,
há fé que a dor transcende,
há mãos calejadas pelo tempo
que a própria esperança acende.
E mesmo sob céu severo,
quando o horizonte parece miragem,
brota no peito coragem —
oásis vivo da paisagem.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
terça-feira, 2 de janeiro de 2024
SUCESSO É PROCESSO
Nas lutas e labutas, fonte que produz
Sucesso é processo, sonho que conduz
Persistência e prudência, frutos atrai
Com glória, a vitória jamais se esvai
Voa alto, em ressalto, feliz aforrai!
Bela interação do amigo e POETA OLAVO
"O seu sucesso não importa
Desde que bata à sua porta
Mesmo que você não sinta
O seu retrato ele pinta."
GRATIDÃO
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
SABE AMOR...
Sabe amor...
a maneira como você me toca?
é como sempre sonhei ser tocada.
Sabe amor...
o jeito como você me ama?
é melhor do que imaginei ser amada.
Sabe amor...
o modo como você me sente?
é como sempre eu quiz ser sentida.
Sabe amor...
nossas maneiras... jeitos... modos...
superaram todas minhas expectativas.
domingo, 31 de dezembro de 2023
EU ENGULO — EU RASGO
Minha boca se abre como noite sem lua
E encontra teu pau latejando, quente, urgente
Não beijo, não acaricio — eu engulo, eu rasgo
Minha língua enrola, suga, pressiona a cabeça inchada
Saliva escorrendo grossa, pingando nos meus seios
Enquanto eu desço até sentir teu pau bater na garganta
Tu me puxa pelos cabelos, me obriga a olhar
Meus olhos marejados, minha boca cheia
Eu engasgo, eu gemo, eu me afogo em ti
E ainda assim quero mais, sempre mais
Me vira de costas, me dobra sobre a cama
Minha boceta lateja, inchada, escorrendo
Teu pau me invade sem aviso, sem piedade
Cada estocada faz meu corpo tremer inteiro
Minha bunda bate contra teu quadril, o som molhado ecoa
Teu dedo entra na minha boca
Eu chupo, eu mordo, eu sugo como se fosse teu pau
Enquanto gozas dentro de mim, jorrando quente, grosso
Minha boceta aperta, ordenha cada gota
Não há palavras
Só gemidos roucos, suor escorrendo, cheiro de porra
E o silêncio que vem depois, quando nossos corpos ainda tremem
Eu sou fome
Tu és a carne
E esta noite não acaba até eu estar marcada por dentro.
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