TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 7 de janeiro de 2024

UNIVERSO DE PALAVRAS



A-manhece o dia, a aurora despertando
  E-strelas se despedem, o azul se formando
    I-nspiração flui, na mente navegando
      O-ceano de ideias, a criatividade vibrando
        U-niverso de palavras, a poesia se revelando.




  Cléia Fialho

O Experimental AEIOU Poético é uma criação
da Poetisa Esther Lessa

sábado, 6 de janeiro de 2024

SONATA DA VIDA



  A-o amanhecer, a aurora desenha o céu
    E-ntre estrelas, o esplendor revela o véu
      I-mponente, a esperança se ergue como farol
        O- universo acena com um convite sem igual
          U-nindo almas, sonata da vida, ode celestial.




  Cléia Fialho

O Experimental AEIOU Poético é uma criação
da Poetisa Esther Lessa
Belíssima interação do amigo e insigne poeta
Solano Brum


A cigarra canta ao entardecer;
O vento, ulula ao raiar o dia;
Na ostra, um Maestro vive a reger,
Uma interminável melodia!

 GRATIDÃO 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

REFLEXOS DE FORÇA



E
m terras áridas,
onde o sol queima a pele,
sobreviver é arte,
um desafio que trivela.

Raízes profundas
na busca do que impele,
reflexos de força
na luta que se revela.

Entre pedras e silêncios,
o sonho insiste e não se rende,
feito semente teimosa
que no deserto floresce e ascende.

Há suor que vira rio,
há fé que a dor transcende,
há mãos calejadas pelo tempo
que a própria esperança acende.

E mesmo sob céu severo,
quando o horizonte parece miragem,
brota no peito coragem —
oásis vivo da paisagem.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

HARMONICO ENLEIO





A-o amanhecer, a aurora dança no céu
      E-ntreabrem-se as pétalas do dia como véu
         I-nspiração flui como rio, um eterno anseio         
           O- universo canta em eco, harmônico enleio
               Ú-ltimos raios do crepúsculo, e o sol permeio.




  Cléia Fialho

O Experimental AEIOU Poético é uma criação
da Poetisa Esther Lessa

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

UNO SOM



A-manheceu, a aurora brilhando
   E-ntre estrelas, a esperança cintilando
      I-nfindável é o universo encantando
        O-nde o amor floresce, sem cessar
            U-no som, melodia da vida a entoar.




  Cléia Fialho

O Experimental AEIOU Poético é uma criação
da Poetisa Esther Lessa

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

SUCESSO É PROCESSO



Nas lutas e labutas, fonte que produz
Sucesso é processo, sonho que conduz
Persistência e prudência, frutos atrai
Com glória, a vitória jamais se esvai

Voa alto, em ressalto, feliz aforrai!




  Cléia Fialho

O Experimental Quadra Estilizada é uma criação
do Poeta Haley Romario
Bela interação do amigo e POETA OLAVO

"O seu sucesso não importa
Desde que bata à sua porta
Mesmo que você não sinta
O seu retrato ele pinta."

 GRATIDÃO

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

SABE AMOR...





Sabe amor...
 a maneira como você me toca?
 é como sempre sonhei ser tocada.

 Sabe amor...
 o jeito como você me ama?
 é melhor do que imaginei ser amada.

 Sabe amor...
 o modo como você me sente?
 é como sempre eu quiz ser sentida.

 Sabe amor...
 nossas maneiras... jeitos... modos...
 superaram todas minhas expectativas.




  Cléia Fialho

domingo, 31 de dezembro de 2023

EU ENGULO — EU RASGO



Minha boca se abre como noite sem lua
E encontra teu pau latejando, quente, urgente
Não beijo, não acaricio — eu engulo, eu rasgo
Minha língua enrola, suga, pressiona a cabeça inchada
Saliva escorrendo grossa, pingando nos meus seios
Enquanto eu desço até sentir teu pau bater na garganta

Tu me puxa pelos cabelos, me obriga a olhar
Meus olhos marejados, minha boca cheia
Eu engasgo, eu gemo, eu me afogo em ti
E ainda assim quero mais, sempre mais

Me vira de costas, me dobra sobre a cama
Minha boceta lateja, inchada, escorrendo
Teu pau me invade sem aviso, sem piedade
Cada estocada faz meu corpo tremer inteiro
Minha bunda bate contra teu quadril, o som molhado ecoa

Teu dedo entra na minha boca
Eu chupo, eu mordo, eu sugo como se fosse teu pau
Enquanto gozas dentro de mim, jorrando quente, grosso
Minha boceta aperta, ordenha cada gota

Não há palavras
Só gemidos roucos, suor escorrendo, cheiro de porra
E o silêncio que vem depois, quando nossos corpos ainda tremem

Eu sou fome
Tu és a carne
E esta noite não acaba até eu estar marcada por dentro.




  Cléia Fialho